O crescimento da Construção Civil na Paraíba é algo visível, e a verticalidade das construções tem gerado demandas de serviços tanto operacionais quanto de gestão, e diante desta realidade o SENAI da Construção Civil, localizado na cidade de Bayeux, beneficia o setor com a formação de mão de obra especializada.
Atendendo o que determina a Norma Regulamentadora 18 sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção Civil, mais especificamente no que trata da Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas, o que é uma exigência por parte do Ministério do Trabalho, o Centro de Educação Profissional da Construção Civil iniciará o curso de Operador de Elevadores de Obras (Guincheiro), o qual tem uma carga horária de 20 Horas, e está previsto para iniciar no dia 17 de maio, com horário previsto das 19h às 22h.
As aulas teóricas do curso serão realizadas no SENAI, de segunda à sexta-feira, enquanto que a aula prática será no canteiro de obras.
São oferecidas 16 vagas por turma. O valor do investimento, formas de pagamentos e outras informações adicionais podem ser obtidas através do telefone: (83) 2108 - 8700.
Diego Araújo - Campina Grande/PB
Fonte: www.fiep.com.br
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Uso de EPI`s
Não é de hoje essa briga de “gato e rato” do empregador correndo atrás do empregado para que ele use o equipamento de proteção individual.
O empregador tem todo o direito de punir [ desde advertência verbal, ou por escrito, suspensão e até demissão por justa causa ] os empregados que insistam em não usar o EPI, Equipamento de Proteção Individual.
O empregador ao fornecer o EPI, tem todo o direito de fiscalizar e aplicar penalidades aos empregados que insistem em não utilizá-lo. Um exemplo são os empregados que devem portar os abafadores de ouvido e ficam com os mesmos pendurados no pescoço, desprezando a exposição ao ruído.
O empregador tem o dever legal de fiscalizar o uso [ fornecer e fazer valer o uso dos equipamentos ] sendo dele a responsabilidade civil de indenizar caso o trabalhador sofra alguma lesão em decorrência da não utilização.
A aplicação de penalidades é uma forma de combater isso e de historiar que àquele determinado empregado está se arriscando a uma futura lesão e que o seu empregador está reagindo contra isso.
Para os casos de reincidência crônica, cabível inclusive a pena máxima de rescisão por justa causa pelo não uso do EPI.
É bom lembrar:
A proteção jurídica da vida, da saúde e da integridade do trabalhador, não há como se isentar a empresa de reparar os danos sofridos por empregado em acidente de trabalho, mesmo quando ocasionado pela não utilização de equipamento de proteção individual devidamente fornecido pelo empregador.
Marcos Alencar
Advogado especialista no ramo do direito do trabalho
http://www.marcosalencar.com.br/
O empregador tem todo o direito de punir [ desde advertência verbal, ou por escrito, suspensão e até demissão por justa causa ] os empregados que insistam em não usar o EPI, Equipamento de Proteção Individual.
O empregador ao fornecer o EPI, tem todo o direito de fiscalizar e aplicar penalidades aos empregados que insistem em não utilizá-lo. Um exemplo são os empregados que devem portar os abafadores de ouvido e ficam com os mesmos pendurados no pescoço, desprezando a exposição ao ruído.
O empregador tem o dever legal de fiscalizar o uso [ fornecer e fazer valer o uso dos equipamentos ] sendo dele a responsabilidade civil de indenizar caso o trabalhador sofra alguma lesão em decorrência da não utilização.
A aplicação de penalidades é uma forma de combater isso e de historiar que àquele determinado empregado está se arriscando a uma futura lesão e que o seu empregador está reagindo contra isso.
Para os casos de reincidência crônica, cabível inclusive a pena máxima de rescisão por justa causa pelo não uso do EPI.
É bom lembrar:
A proteção jurídica da vida, da saúde e da integridade do trabalhador, não há como se isentar a empresa de reparar os danos sofridos por empregado em acidente de trabalho, mesmo quando ocasionado pela não utilização de equipamento de proteção individual devidamente fornecido pelo empregador.
Marcos Alencar
Advogado especialista no ramo do direito do trabalho
http://www.marcosalencar.com.br/
Droga no ambiente de trabalho

O consumo de drogas representa um grave problema de saúde pública, com consequências sociais e econômicas. A dependência química é responsável por grande parte das internações psiquiátricas no Brasil. O uso de drogas no ambiente de trabalho aumenta os fatores de risco para a saúde, e segurança dos funcionários, e traz implicações de acidentes profissionais com custos materiais e humanos além de absenteísmo.
A implantação de programas de prevenção e controle do uso de drogas no ambiente de trabalho, tem com o objetivo garantir o bem estar dos funcionários. A política das empresas "Ambiente de Trabalho Livre de Drogas" promove um ambiente saudável, seguro, produtivo e comprometido com a qualidade de vida dos funcionários. Os programas incluem educação, orientação e fiscalização tanto em relação ao uso do fumo e álcool, como outras drogas mais pesadas. A realização de análises toxicológicas com testes aleatórios (por sorteio) e no pré-admissional, tem causado uma redução significativa de acidentes de trabalho, acidentes pessoais, perdas patrimoniais e absenteísmo.
A empresa pode iniciar a implantação do programa, em primeiro lugar, para o procedimento emplacar, é preciso convencer a alta direção da empresa. Nas grandes empresas, o comitê amplo deve contar com a participação do departamento de recursos humanos, dos psicólogos, dos médicos, das entidades de classes. Na pequena empresa três pessoas já podem formar o comitê. Depois disso, é necessário iniciar uma grande divulgação mostrando que o programa é de promoção de saúde e não de demissão compulsória. É para ajudar e não para punir. O teste toxicológico não deve ser colocado num primeiro momento porque vai mexer com muitos mitos e preconceitos que cercam a questão. Ele é uma ferramenta importante que deve ser colocada no momento certo.
Fonte: Dra Shirley de Campos (Revista Anônimos)
www.marcosalencar.com.br
sábado, 24 de abril de 2010
O velho o menino e o burro
O velho resolveu vender seu burro na feira da cidade. Como iria retornar andando, chamou seu neto para acompanhá-lo. Montaram os dois no animal e seguiram viagem.
Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos; " Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !".
Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram...
Mais na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa. Quando viram a cena, puseram-se a reclamar; " Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal."
Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.
Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; "Que menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha !"
Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. Ambos resolveram caminhar, puxando o burro.
Já acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar. Alguns homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena; " São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem e forte !"
O avô e o neto olharam um para o outro, como que tentando encontrar a maneira correta de agir.
Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!
Além de divertida, esta fábula mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir.
Segurança - Quando tudo vai bem, ninguém lembra que existe. Quando vai mal, dizem que não existe. Quando é pra gastar, acha-se que não é preciso que exista. Porém, quando realmente não existe, todos concordam que deveria existir...
Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos; " Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !".
Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram...
Mais na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa. Quando viram a cena, puseram-se a reclamar; " Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal."
Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.
Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; "Que menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha !"
Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. Ambos resolveram caminhar, puxando o burro.
Já acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar. Alguns homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena; " São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem e forte !"
O avô e o neto olharam um para o outro, como que tentando encontrar a maneira correta de agir.
Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!
Além de divertida, esta fábula mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir.
Segurança - Quando tudo vai bem, ninguém lembra que existe. Quando vai mal, dizem que não existe. Quando é pra gastar, acha-se que não é preciso que exista. Porém, quando realmente não existe, todos concordam que deveria existir...
quinta-feira, 22 de abril de 2010
O destino da terra está em nossas mãos
Na condição de agentes multiplicadores, nós Técnicos de Segurança do Trabalho e prevencionistas deveremos seguir esse ponto de vista para que possamos dar nossa parcela de contribuição, no tocante as consequência graves provocadas por nossos lixos e esgotos industriais jogados em locais impróprios contaminando águas e o meio ambiente por resíduos químicos.
" Temos acompanhado com muita comoção a luta da natureza por sua sobrevivência. Enchentes, chuva torrenciais, nevasca e excessivo calor alertam quanto ao grito de socorro que o planeta Terra vem dando já há algum tempo.
Ações dos homens como desmatamento, a não preservação e o desperdícios estão provocando reações diretas na própria humanidade. Muito se fala na questão ambiental e no desenvolvimento sustentável, e reuniões entre países são realizada em prol de um futuro respirável. No entanto, um dos melhores remédios para conter e reverter essa situação foi, é, e sempre será a conscientização. Essa vem de berço, também se aprende na escola e deve ser pauta diária da vida política. Com ela, entende-se que o lixo, às vezes inocente jogado no chão ou em qualquer outro lugar que não seja a lixeira, leva meses e até anos para se decompor. Acumula-se a outros lixos, causando, por exemplo, o entupimento de um córrego ou a destruição de vida marítima.
Há que se conscientizar, mudar atitudes para que muitas pessoas não terminem como estão terminando ".
“ Ao Senhor pertence a Terra e tudo que nela se contém, o mundo e os que nele habitam” Salmo 24-1.
Texto adaptado: Laercio Silva
Autora: Beatriz Santos – Deputada Estadual/RJ
" Temos acompanhado com muita comoção a luta da natureza por sua sobrevivência. Enchentes, chuva torrenciais, nevasca e excessivo calor alertam quanto ao grito de socorro que o planeta Terra vem dando já há algum tempo.
Ações dos homens como desmatamento, a não preservação e o desperdícios estão provocando reações diretas na própria humanidade. Muito se fala na questão ambiental e no desenvolvimento sustentável, e reuniões entre países são realizada em prol de um futuro respirável. No entanto, um dos melhores remédios para conter e reverter essa situação foi, é, e sempre será a conscientização. Essa vem de berço, também se aprende na escola e deve ser pauta diária da vida política. Com ela, entende-se que o lixo, às vezes inocente jogado no chão ou em qualquer outro lugar que não seja a lixeira, leva meses e até anos para se decompor. Acumula-se a outros lixos, causando, por exemplo, o entupimento de um córrego ou a destruição de vida marítima.
Há que se conscientizar, mudar atitudes para que muitas pessoas não terminem como estão terminando ".
“ Ao Senhor pertence a Terra e tudo que nela se contém, o mundo e os que nele habitam” Salmo 24-1.
Texto adaptado: Laercio Silva
Autora: Beatriz Santos – Deputada Estadual/RJ
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Alimentação no ambiente de trabalho
Tentar se concentrar no trabalho e na comida ao mesmo tempo acaba gerando maior estresse, e a adrenalina é liberada no sangue. Isso causa também tensão àquelas pessoas que comem com pressa, hábito prejudicial, visto que a digestão começa na boca. No processo digestivo é preciso mastigar bem os alimentos para que as enzimas digestivas presentes na saliva realizem sua função. Normalmente quem come muito rápido acaba engolindo pedaços de comida, precisando de mais suco gástrico para digerir, isso aumenta o PH do sangue que cria a sensação de moleza e de sono que pode provocar acidente no trabalho. Uma alimentação correta deve ser feita com muita calma, sem pressa, o que é muito difícil atualmente.
O recomendado é não ficar “beliscando” enquanto trabalha porque é um hábito nocivo, principalmente quando são guloseimas que podem além de engordar suja o seu ambiente de trabalho, colaborando com proliferação de pragas (ratos, baratas e outros), contaminação alimentar por produtos químicos dependendo da atividade laboral do trabalhador e desagradar colegas.
Por isso o correto é comer no intervalo, em um local adequado fazendo a higienização pessoal e não em frente ao computador, máquinas e equipamentos por exemplo. Muitas pessoas ainda levam o almoço para comer no trabalho, o que é uma opção, principalmente para aquelas pessoas que não querem gastar e não desejam comerem lanches e salgados na rua.
Esta tendência se fortalece a cada dia, pois o trânsito nas grandes cidades, a correria do cotidiano, os prazos curtos para a entrega de trabalhos, entretantos outros motivos, somente afirmam a nova maneira cotidiana de alimentação. O que nos resta é estar atentos aos alimentos ingeridos e cuidar para que sejam os mais saudáveis possíveis. Lembre-se que é preciso ter saúde para conseguir trabalhar, um está ligado ao outro e é possível se adequar às exigências do mundo moderno sem se descuidar da saúde, aliando estas duas necessidades que são tão essenciais ao ser humano.
Texto adaptação: Laercio Silva
Autora: Débora Russi Frasquete
O recomendado é não ficar “beliscando” enquanto trabalha porque é um hábito nocivo, principalmente quando são guloseimas que podem além de engordar suja o seu ambiente de trabalho, colaborando com proliferação de pragas (ratos, baratas e outros), contaminação alimentar por produtos químicos dependendo da atividade laboral do trabalhador e desagradar colegas.
Por isso o correto é comer no intervalo, em um local adequado fazendo a higienização pessoal e não em frente ao computador, máquinas e equipamentos por exemplo. Muitas pessoas ainda levam o almoço para comer no trabalho, o que é uma opção, principalmente para aquelas pessoas que não querem gastar e não desejam comerem lanches e salgados na rua.
Esta tendência se fortalece a cada dia, pois o trânsito nas grandes cidades, a correria do cotidiano, os prazos curtos para a entrega de trabalhos, entretantos outros motivos, somente afirmam a nova maneira cotidiana de alimentação. O que nos resta é estar atentos aos alimentos ingeridos e cuidar para que sejam os mais saudáveis possíveis. Lembre-se que é preciso ter saúde para conseguir trabalhar, um está ligado ao outro e é possível se adequar às exigências do mundo moderno sem se descuidar da saúde, aliando estas duas necessidades que são tão essenciais ao ser humano.
Texto adaptação: Laercio Silva
Autora: Débora Russi Frasquete
terça-feira, 20 de abril de 2010
Cursos do SENAI são apresentados durante reunião do CPR/PB
Na última terça-feira dia 13, durante reunião do Comitê Permanente Regional Sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção Civil – CPR/PB, realizada na sede do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de João Pessoa – SINDUSCON-JP, o Centro de Educação Profissional da Construção Civil, localizado na cidade de Bayeux, realizou palestra informativa sobre os cursos ministrados por aquela Unidade, entre eles, o curso de Assistente de Gerenciamento de Obras, que está inserido na modalidade Aprendizagem e é articulado com o SESI.
O objetivo da apresentação foi mostrar que o SENAI realiza cursos em sua Unidade, como também no próprio canteiro de obras da empresa, a partir de uma demanda identificada pela mesma, são os chamados cursos “in company”, qualificando assim o trabalhador da Construção Civil, e com isso acaba atendendo, o que determina as Normas Regulamentadoras, entre elas a NR 10 e NR 18.


Na oportunidade foi apresentado aos participantes o perfil do Assistente de Gerenciamento de Obras, profissional que o SENAI vem formando, bem como os números de alunos que já passam por este curso e foram inseridos no mercado de trabalho da Construção Civil, tanto na modalidade Jovem Aprendiz, como os que passaram a fazer parte do quadro de funcionários das empresas.
A partir deste momento, os engenheiros e representantes de construtoras, sabem que tem à sua disposição, profissionais para atuarem na área específica da Construção Civil, com a qualidade do ensino profissional que o SENAI oferece.
Informações sobre os cursos realizados na Unidade do SENAI em Bayeux, ou através do telefone (83) 2108.8700 ou pelo e-mail fabiobarbosa@fiepb.org.br.
Fotos/créditos: Fabrícia Oliveira – Revista Edificar e Laercio Silva ASTEST/PB
Diego Araújo - Campina Grande/PB
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