quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Ministério da Saúde se opõe a exame para detectar drogas em motoristas

Contran se reúne nesta terça e pode analisar resolução que obriga teste.
Pasta sustenta que não há evidências de que medida reduzirá acidentes.

Juliana Braga
Do G1, em Brasília

O Conselho Nacional do Trânsito (Contran) se reúne nesta quarta-feira (18) e deve analisar pedido feito pelo Ministério da Saúde para derrubar uma resolução que obriga motoristas de ônibus, caminhões e carretas a fazerem exames toxicológicos. Documento obtido pelo G1 mostra que a pasta não vê evidências científicas de que a medida reduzirá os acidentes de trânsito associados ao uso de drogas. A reunião começa às 9h.
No dia 5 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial a resolução que torna obrigatório o exame para detecção do uso de drogas no momento de tirar ou renovar as habilitações das categorias C, D e E. Conforme a norma, clínicas especializadas começariam a fazer o exame a partir de junho (veja na reportagem ao lado).
O exame detecta o uso de drogas em até seis meses anteriores e identifica substâncias como crack, maconha, anfetamina e cocaína. O teste pode ser feito com um fio de cabelo, um pedaço de unha ou pele.
Para pedir a revisão da resolução, o Ministério da Saúde se baseou na nota técnica número 21/2013, elaborada pela pasta, que questiona a efetividade da medida. O documento argumenta que a causa de acidentes é o uso durante a condução de veículos, e que o exame de larga janela, como é chamado o que detecta em longos períodos anteriores à sua realização, não flagra o uso somente no momento da condução e sim em outros momentos, que não é considerado crime.
Vincular a habilitação de motoristas à realização de exames desta natureza [...] não identifica o risco imediato"
Ministério da Saúde,
em nota técnica enviada ao Contran
"Portanto, vincular a habilitação de motoristas à realização de exames desta natureza [...] não identifica o risco imediato do motorista profissional de dirigir sob a influência de drogas e outras substâncias psicoativas, nem proporciona medidas de intervenção imediata", justifica o documento. “Há de se restringir a detecção de eventual uso de drogas no período médio de 6 horas, caracterizando o uso e o risco imediato do condutor na via”, completa a nota.
O ministério avalia ainda que o exame feito com o fio de cabelo, "tem alta possibilidade de contaminação pelo ambiente gerando falsos positivos". A pasta defende o uso do exame de urina, que não é invasivo e permite identificar o uso recente de drogas.
Por meio de nota, o Contran informou que o pedido de revisão do Ministério da Saúde só chegou depois da resolução já publicada no Diário Oficial e, por isso, que só deve ser avaliado na reunião desta quarta-feira. A pauta não é divulgada com antecedência, mas o assunto está na pauta dos temas que estão para ser analisados em reuniões futuras.
O órgão salientou também que o texto foi aprovado com apenas um voto contrário, o do Ministério da Saúde. Também fazem parte do conselho representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), e dos ministérios da Justiça, Defesa, Transportes, Educação, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Cidades.
Já o Ministério da Saúde informou por nota que o pedido de revisão foi protocolado no dia 28 de novembro, antes da publicação no Diário Oficial. A pasta justifica que o pedido tem o objetivo de discutir alternativas de teste "de forma imediata durante a fiscalização nas vias e rodovias". "Dessa forma podemos identificar que o motorista está dirigindo sob efeito de drogas", defendeu.
A pasta justificou ainda que com a periodicidade de cinco anos (prazo para renovação da habilitação), "não é possível identificar o efeito imediato da substância psicoativa associado à condução". E classificou como "alto" o custo para implementação da medida. Cada exame pode chegar a custar R$ 500

Pronatec Trabalhador é assinado em Brasília

Acordo entre MTE e MEC possibilitará a qualificação de milhares de pessoas a partir de 2014.

Brasília, 17/12/2013 – Os ministros do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, e da Educação, Aloizio Mercadante, assinaram no fim da manhã desta terça-feira (17), o acordo de cooperação técnica que, dentre outras medidas, institui o Pronatec Trabalhador. Com o acordo, o MTE passará a exercer o papel de demandante dos cursos de qualificação profissional, que serão executados pelo Pronatec por meio de repasse direto às instituições de educação profissional tecnológica. Dessa forma, o Ministério do Trabalho e Emprego não formaliza mais nenhum convênio de qualificação, inclusive com ONGs, ou Oscips. A nova modalidade de qualificação começa a operar no início do ano que vem.

O MTE irá executar a política de qualificação profissional de maneira mais qualitativa, detendo-se menos em percalços operacionais comuns – como a execução dos convênios – e mais em políticas públicas. Por meio do cruzamento de dados como o Caged, Rais e CBO (Classificação Brasileira de Ocupações), os técnicos podem identificar onde estão as principais demandas profissionais e que cursos oferecer para supri-las. O Observatório do Mercado de Trabalho, formado por especialistas do assunto, também contribuirá com elementos para essa política.

Outra novidade do acordo é a integração do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec) com o Sistema MTE Mais Emprego, para o acompanhamento e a inserção profissional dos alunos atendidos pelo Pronatec. Eles poderão, em um único sistema, encontrar as vagas que precisam no mercado de trabalho, sem a necessidade de comparecer a uma agência do SINE ou Superintendência. Uma linha especial para a juventude também foi criada: o Pronatec ProJovem Trabalhador espera qualificar, em 2014, 250 mil jovens e mais 150 mil aprendizes.

O MTE já é parceiro demandante do Pronatec desde 2011, em razão da qualificação dos beneficiários do seguro-desemprego. A partir de agora, mais trabalhadores terão acesso aos cursos do programa por meio das agências do Sine e das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTE). Estão previstas para serem ofertadas em 2014, 500 mil vagas em mais de 25 mil diferentes associações de curso em todo país. “Esta parceria com o MEC representa um passo para a transparência na gestão dos recursos em educação técnica e na melhoria da vida profissional do trabalhador, que poderá encontrar mais formas de se qualificar”, destacou o ministro Manoel Dias.

Pronatec - O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. Os cursos são oferecidos por escolas públicas estaduais, Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e pelos Serviços Nacionais de Aprendizagem - como o Senai, Senac, Senat e Senar. Atualmente, doze ministérios aderem ao programa.

Ascom MTE
(61) 2031-6537 / 6540 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Acidentes nas obras da Copa de 2014 fotos

09/10/2012: Um acidente de trabalho ocorrido na obra do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, deixou um operário ferido em outubro de 2012. O trabalhador fraturou seu braço após ser atingido por um pedaço de madeira. De acordo com o Consórcio Brasília 2014, que toca a obra do estádio da capital federal para a Copa do Mundo de 2014, o acidente ocorreu às 7h30. O operário ferido trabalhava no terceiro subsolo do estádio. Um madeirite caiu de uma estrutura acima dele, em cima do seu braço. Leia mais Divulgação


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Um operário morreu na madrugada deste sábado na obra da Arena da Amazônia, em Manaus. A vítima trabalhava na instalação dos refletores do estádio. A informação foi confirmada pela Polícia Militar do Amazonas.
A vítima foi o cearense Marcleudo de Melo Ferreira, 22 anos, que trabalhava no turno da madrugada e morreu após sofrer uma queda do local onde estava. Ele chegou a ser levado para o Hospital 28 de Agosto, em Manaus, mas não resistiu aos ferimentos. As obras foram paralisadas depois do ocorrido.

"O operário estava instalando a cobertura, estava trabalhando na ponta dela e caiu. Isso foi por volta das 4 horas da manhã. Ele foi levado para o hospital com vida, mas faleceu de manhã. A Andrade Gutierrez tomou a iniciativa de parar as obras, até por respeito à família. Não sabemos ainda as causas, agora vamos aguardar a perícia", afirmou Miguel Capobiango, coordenador da Unidade Gestora da Copa do governo do Estado do Amazonas, ao UOL Esporte.

Em nota, a Andrade Gutierrez confirmou o acidente e a vítima falta. Segundo a construtora, o operário caiu de uma altura de 35 metros. Ele é funcionário de uma empresa subcontratada que presta serviços na montagem da cobertura do estádio.

"Reiteramos o compromisso assumido com a segurança de todos os funcionários e que uma investigação interna está sendo feita para apurar as causas do acidente. As medidas legais estão sendo tomadas em conjunto com os órgãos competentes. Lamentamos profundamente o acidente ocorrido e estamos prestando total assistência à família do operário. Em respeito à memória do mesmo, os trabalhos deste sábado foram interrompidos", afirmou a Andrade Gutierrez, em nota. 
Essa é a segunda vítima fatal na obra do estádio que receberá jogos da Copa de 2014. Em março, um funcionário morreu na obra. Raimundo Nonato Lima Costa caiu de uma altura de 5 m e sofreu traumatismo craniano, segundo o Instituto Médico Legal (IML).  Costa tentava passar de uma coluna para o andaime, mas acabou se desequilibrando.

As obras da Arena da Amazônia iniciaram em novembro de 2010. A inauguração do estádio está prevista para janeiro de 2014. Na Copa, Manaus receberá quatro jogos:  Camarões x Croácia, Inglaterra x Itália, Honduras x Suíça e Estados Unidos x Portugal.
Até agora, cinco operários já morreram em obras de estádios da Copa do Mundo de 2014. Além das duas vítimas de Manaus, outros dois morreram em um acidente no estádio do Corinthians, em Itaquera, em novembro, e outro operário faleceu na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, de Brasília, em 2012.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PINI lança o livro Segurança em Altura na Construção Civil.

Publicação apresenta equipamentos, procedimentos e normas obrigatórios no dia-a-dia dos canteiros de obras, além de um estudo de caso sobre a situação atual do trabalho em altura.

Rodrigo Louzas, do Portal PINIweb.
A Editora PINI acaba de lançar o livro "Segurança em Altura na Construção Civil - Equipamentos, Procedimentos e Normas", de autoria dos professores Roberto Serta, Rodrigo Eduardo Catai e Cezar Augusto Romano.
O livro apresenta uma bibliografia de qualidade e atual sobre a segurança do trabalho voltada principalmente às atividades em altura dentro da construção civil. Além disso, a publicação traz um estudo de caso sobre a situação atual do trabalho em altura dentro de canteiros de obras.
Evidenciando a relevância do livro, a última pesquisa que se tem conhecimento sobre o assunto, realizada em 2011, mostra que a cada 100 mil trabalhadores da construção, seis morrem por acidentes no canteiro de obras. Vale ressaltar que a utilização, manutenção e conservação dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é responsabilidade das empresas da construção civil.
Confira a entrevista com o professor Roberto Serta, um dos autores do livro.
O Brasil ainda possui um número alto de acidentes de trabalho em obras. De quem é a responsabilidade por isso?
As normas e legislações em nosso país são bem completas quanto à segurança do trabalho na construção civil, porém ainda existe uma defasagem no seu atendimento, por parte dos trabalhadores e principalmente dos empregadores que deixam de lado a aplicação destas normas e legislações. Também de uma forma geral, a realização de obras em curto prazo, sem um planejamento adequado das atividades e a falta de treinamentos contribuem para este alto índice de acidentes. Ainda temos uma falta de conscientização pelos gestores das obras, que não priorizam a segurança nos canteiros.
Quais são os equipamentos que frequentemente não são usados em trabalho em altura e que são importantes e obrigatórios segundo as normas técnicas?
Podemos dividir em dois tipos de equipamentos, sendo os EPI's (cinto de segurança e componentes de ligação) e também os EPC's (linhas de vida e pontos de ancoragem). Os EPI's são menos utilizados e, em algumas situações, utilizados de forma errada, não sendo ligados a sistemas de linha de vida ou pontos de ancoragem. Todos estes equipamentos são citados em normas técnicas.
As condições de trabalho e equipamentos necessários devem ser previstos já no projeto? Quem especifica esse tipo de equipamento?
Sim, as atividades e condições de trabalho devem ser realizadas na fase de projeto e planejamento de obras, com uma análise dos riscos das atividades e após isto planejar medidas de prevenção de acidentes. A NR 18 exige que a obra tenha o PCMAT para atender estas etapas citadas, porém este documento em algumas obras fica somente no papel e não é executado. A especificação destes equipamentos é de responsabilidade da segurança do trabalho, porém os engenheiros do projeto e de execução de obras devem de prever as medidas planejadas, assim como a implantação e utilização destas no canteiro de obras. Os gestores dos canteiros têm a responsabilidade de implementar as medidas planejadas, mantê-las e cobrar suas utilizações pelas equipes.
Cabe a quem fiscalizar o uso dos equipamentos e sua gestão dentro do canteiro de obras?
A fiscalização dentro do canteiro de obras é de responsabilidade do SESMT (Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho), assim como a própria CIPA, porém cabe ressaltar que a responsabilidade de uso é do trabalhador e de garantir que este utilize é de seu gestor, pois este é que delega as atividades a serem realizadas.
As normas técnicas especificam a durabilidade desses equipamentos? Quando trocá-los?
Todo EPI tem a sua especificação em função do risco e também é homologado pelo Ministério do Trabalho, que emite o CA (Certificado de Aprovação). Assim como qualquer outro equipamento, o EPI tem a sua vida útil em função de sua frequência de utilização e do ambiente em que é utilizado. Todo equipamento deve ser inspecionado antes de sua utilização e trocado quando estiver danificado. Por exemplo, o cinto de segurança pode estar com suas fivelas corroídas, com as fitas esgarçadas, comprometendo a resistência a que foi projetado e não garantindo a segurança do trabalhador.




sábado, 14 de dezembro de 2013

Confraternização do Sindicato dos Guardas Municipais do Estado da Paraíba

Diretores, associados e convidados participaram na manhã deste sábado (14), de um café da manhã em confraternização. O evento aconteceu na Associação dos Moradores das Comunidades Bancária e Universitária no Bairro dos Bancários e contou com a presença do Diretor de Operações da Guarda Municipal de João Pessoa-PB Josenildo Trajano. 
O presidente José Luiz Silva de Arruda, no encontro, discursou sobre a importância do Sindicato para a categoria informando que a luta é intensa para as conquistas e os avanços imprescindíveis.  
“É uma alegria poder compartilhar este momento e ter a oportunidade de falar, convocando os presentes para juntos ajudarem no fortalecimento do Sindicato." 

Diretoria do Sindicato

José Luiz Silva de Arruda
Presidente

Adalberto Cabral dos Santos
Vice-Presidente

Williams do Nascimento Bezerra
Secretário Geral

José Carlos de Souza Nascimento
Diretor

Edson Felix da Silva Lima
Diretor

Sérgio Macena Alves
Tesoureiro

Eraldo Rocha de Oliveira Dias
Diretor

Daniel Ferreira de Oliveira
Diretor

Severino Cândido de Lima
Diretor

Wellington Cardoso Alves
Membro do Conselho Fiscal

José Maurício de Lima Neto
Membro do Conselho Fiscal

Edinaldo Soares de Oliveira
Membro do Conselho Fiscal

Marcos Polo da Silva

Membro do Conselho Fiscal


Participação do Diretor de Operações da Guarda Municipal de João Pessoa-PB Josenildo Trajano. 
 

Coordenadora pedagógica Betânia Carneiro entrega certificados de conclusão de curso de pilotagem Honda. 

Entrega de cestas natalina aos associados. 
Mais fotos em nosso facebook (Laercio Silva)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Confraternização do PGC - Programa de Gestão Compartilhada

O encerramento das atividades do PGC - Programa de Gestão Compartilhada no ano de 2013 na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego ocorreu durante todo o dia 12, os Profissionais da área prevencionista da Paraíba se confraternizaram em grande estilo, com palestras PCMSO no controle das doenças respiratórias ocupacionais tendo como Palestrante Dr. Helder Oliveira representando a SOLMETRA. Palestra proteção respiratória representante da 3 M do Brasil tendo como Palestrante Professor Milton Villa.

Exposição da retrospectiva das ações do PGC - Programa de Gestão Compartilhada no ano de 2013.
Apresentação Ana Pinho Engenheira Química e Segurança do Trabalho da DECA.

Posse da diretoria da AEST-PB (Associação dos Engenheiros de Segurança do Trabalho da Paraíba).
Diretoria:
Presidente Maria Aparecida Estrela
Vice-presidente José Leandro da Silva neto
Secretário José Dozemá Guerra de Medeiros
Secretário adjunto Maria de Fátima Oliveira Rodrigues
Financeiro Fábio Fernandes da silva
Financeiro adjunto José Clementino de Sá Neto
Técnico cientifico Ana Paula de A. Pinho
Técnico cientifico adjunto Carlos Cabral de Araújo.
Conselheiros
Titulares Mauricio Timotheo de Souza, Ieure Amaral Rolim e Evan Holmes Neto.
Suplentes Antonio Alves de Júnior, José Cosme Neto e Edmilson Alter Campos Martins.
Homenagem do SINTEST-PB ao Procurador do Trabalho do MPT-PB Dr. Eduardo Varandas Araruna, por sua dedicação em prol das melhorias das condições de trabalho dos Paraibanos.
Homenagens realizadas pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho aos Auditores Fiscais do Trabalho da Paraíba, pelo reconhecimento das ações realizadas em prol das condições e melhorias no trabalho dos Paraibanos.
Sorteio de brindes doados por: Guaraves, UNEPI, SOLMETRA, Cachaça Serra Limpa, Destilaria Miriri, Associação dos Auditores Fiscais, A.P.I TEC., TST Laercio Silva e AFT José Ribamar.






Condução do evento
Ulisses Freitas e Ribamar Gomes
Auditores Fiscais da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego


Mais fotos em nosso facebook - Laercio Silva

Confira as alterações publicadas pelo MTE em normas de SST

 Fonte:

 
Beto Soares | Estúdio Boom
Data: 11/12/2013 / Fonte: Redação Revista Proteção 

Brasília/DF- O Ministério do Trabalho e Emprego publicou no dia 11 de dezembro de 2013, no Diário Oficial da União (DOU), alterações em algumas Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança no Trabalho. Confira aqui cada uma das alterações e acesse as portarias na íntegra:

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional  
Foi publicada em 11 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU) - seção 1, página 149 - a Portaria nº  1.892, de 9 de dezembro de 2013, que acrescenta o subitem 4.1 e altera o item 9 no Anexo II do Quadro II da Norma Regulamentadora nº 07.

Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos
Publicada em 11 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU) - seção 1, página 149 - a Portaria nº  1.893, de 9 de dezembro de 2013, que altera os itens 12.41, 12.76, 12.76.1, Anexo III, Anexo XI, da Norma Regulamentadora nº 12.

Segurança e saúde ocupacional na mineração
Em 11 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU)  saiu na seção 1, página 151,  a Portaria nº  1.894, de 9 de dezembro de 2013, que altera os itens  22.7.6.1, 22.7.8, 22.10.2, 22.12.4.1, 22.36.13 e Anexo III da Norma Regulamentadora nº 22.

Segurança e saúde no trabalho portuário
Foi publicada em 11 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU) - seção 1, página 151 - a Portaria nº  1.895, de 9 de dezembro de 2013, alterando os itens 29.1.4.1, 29.2.2.3, 29.2.2.15, 29.2.2.18, 29.2.2.23, 29.2.2.29, 29.3.5.18.1, 29.3.5.18.2, 29.3.5.25, 29.3.8.4, 29.5.2., 29.6.3.1.1, 29.6.4.6, 29.6.4.8, Anexo V, Anexo VI, Anexo VIII, Anexo IX da Norma Regulamentadora nº 29. Também, os seguintes itens foram revogados: 29.2.2.13, 29.2.2.14 e 29.6.5.11.1.

Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
Em 11 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU) - seção 1, página 153- foi publicada a Portaria nº  1.896, de 9 de dezembro de 2013, alterando os itens  31.12.13, 31.12.20.1, 31.12.47.3, 31.12.47.3.1, 31.12.54, 31.12.68.1, e Anexo III da Norma Regulamentadora nº 31.

Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval
Publicada em 11 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU) - seção 1, página 154 - a Portaria nº  1.897, de 9 de dezembro de 2013, alterando os itens 34.4.2, 34.5.2.1, 34.11.13.2, 34.11.15, 34.14.2, 34.14.2.1, 34.14.2.2, 34.14.2.3 e acrescentar os itens 4 e 5 no Anexo I  da Norma Regulamentadora nº 34.

Decretada por Manoel Dias, ministro de Estado do Trabalho e Emprego, as Portarias entram em vigor na data de sua publicação.


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