segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Encontro Nordestino pelo Direito à Comunicação

"Somando vozes pela liberdade de expressão!" é o mote do I Encontro Nordestino pelo Direito à Comunicação.

Às vésperas do II Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (10 a 12 de abril), que será realizado em Belo Horizonte, a sede do primeiro ENDC receberá o Encontro Nordestino pelo Direito à Comunicação (ENeDC - 12 a 14 de março). A Universidade Católica de Pernambuco, no Recife, receberá li
deranças de diversos estados da região, para trocar informações sobre as lutas em cada cidade e também entre os diferentes segmentos da luta pelo direito à comunicação: midiativistas, academia, comunicadores comunitários e populares, dirigentes de emissoras públicas, sindicatos, coletivos, operadores do direito e representantes de entidades da sociedade civil.

Após as eleições de 2014, o debate sobre a mídia ganhou força, mas nem sempre tem sido evidenciado o discurso dos movimentos sociais. Na pauta desses grupos, está o fortalecimento do sistema público, o combate à censura, a sustentabilidade da comunicação popular, local, independente e comunitária, e – naturalmente – a construção de estratégias para uma regulação democrática da radiodifusão.

O “terreno” é fértil para se fazer este debate ganhar força em nosso país. Precisamos reconhecer a dimensão do momento histórico que se expressa através do fortalecimento dos coletivos organizados via internet na produção de conteúdo para diferentes movimentos sociais.

Ao mesmo tempo, é preciso discutir e evidenciar as perseguições a comunicadores populares, como os representantes de rádios comunitárias que estão sofrendo processos judiciais.

Dessa necessidade que temos de não só discutir esses temas (na academia e em outros círculos), mas principalmente reuni-los e unir forças para que estejamos juntos na luta pela democratização da comunicação nasce o ENeDC. Com esse objetivo, e buscando preparar suas lideranças para o Encontro Nacional do Direito à Comunicação, uma série de entidades está se organizando para realizar o encontro, no Recife. Venha também somar sua voz à luta pela liberdade de expressão no Nordeste!

Faça agora a sua inscrição: 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

SER EMPREGADO, EMPREENDER OU PRESTAR SERVIÇOS?

Uma coisa é certa, o empregado como conhecemos está desaparecendo e está acelerado já em 2015!

A tecnologia nos processos de automação, virtualidade e comportamentos já são verdades muito presente em nosso dia a dia. Profissionais cada vez mais qualificados, poli funcionais, autônomos, ou parceiros terceirizados são agora exigências do livre mercado. Os Tradicionais concursos, remanescentes da era industrial quando do predomínio da burocracia, e empregos com “carteira assinada” tem seus dias contatos.
               Então a questão é: iniciar um novo negócio, intraempreender ou prestar serviços autônomos em áreas de nossa competência?  O empreendedor individual foi criado pelo poder público para gerar receitas, mas também favorece o trabalhador em sua nova condição, passando da informalidade, o famoso “bico”, “biscaite” “quebra-galho” para sobrevivente participante do mercado formal de trabalho e negócios.
               A ordem do dia é desenvolver competências operacionais, de gestão, práticas e formação acadêmica. Pesquisar o mercado e perceber as possibilidades de aplicação das mesmas suprindo necessidades pessoais e empresariais, gerando retorno financeiro, satisfação e realização material e ou espiritual. Juntar tudo em um currículo e ou portfolio e apresentar as empresas e profissionais da região e abertos ao mundo. O que fiz e sei fazer. Qual o valor dos meus produtos e serviços (por hora, trabalho, projeto)? Imagine um possível salário mensal. Calcule as despesas e possíveis impostos, comissões, transporte, alugueis, dias inativos etc...
               Quando somos empregados, temos horários normais e horas extras. Quando estamos por nossa conta, geralmente fazemos nosso horário, trabalhamos mais e quase sempre todos os dias. São momentos para empreender, para ganhar dinheiro, para atender imperativos. E ainda ficamos felizes com isso. Todos os dias são dias de oportunidade! Quando empreendemos, fazemos nosso salário, e a sensação de liberdade, de realização, e poder, são indescritíveis!
               Ser original ter um diferencial, apresentar alguma inovação e criatividade são fundamentais. Somos únicos no universo, então basta que apresentemos nossas peculiaridades!
Na vida sempre teremos patrões bons e maus; por isso precisamos cuidar, estar atentos, vigiar, para não sermos dependentes deles. Em nossa vida não devemos ser dependentes. Não podemos confiar nem no patrão bom nem no mau. Somos importantes enquanto uteis. “O dia de amanhã é escuro”! É um dia de desafios e oportunidades. Entre eles pode estar o dia mau. Por isso precisamos fazer o nosso melhor hoje, confiando sempre no Senhor, para que nos guarde e livre (Se o Senhor não edificar a casa, em vão vigia a sentinela – Salmos 127:1) (o homem faz planos, mas do Senhor é a confirmação - Provérbios 16:1-3). Comece pelo que tem: venda, troque, peça doação, sorteie, produza faça campanha, etc. "Pense grande, comece pequeno, cresça rápido e sustentavelmente.". Um distribuidor pode começar por um fiteiro, um restaurante pela venda de cocada porta em porta. Uma fábrica de sucos, por sucos caseiros na praça. Uma loja pela venda de utilitários importados. Uma costureira para atelie de moda (roupas, brincos, etc.) Um design gráfico para uma gráfica e uma editora. Um mecânico, eletricista, instalador em uma oficina com contrato para serviços de manutenção.

               2015... 2020...
              
Nada será como antes. Qualifique-se hoje! Presencial ou a distância, seja voluntário, se preciso, ofereça-se ao mercado como prestador de serviços, empresário, ou empregado. Veja como funciona, aprimore-se, seja persistente! Vai dar certo! É tempo de desafios e oportunidades!

Valdolirio Soares

Empresário, consultor, educador, palestrante

Saúde bucal e atendimento odontológico na construção civil

A apresentação foi realizada na reunião do CPR-PB por Emilanir Gomes Maia, Coordenadora de Odontologia do SESI-PB, que destacou os seguintes pontos:

- Importância econômica e social da indústria da construção e mapeamento do setor no estado da Paraíba; 

- Importância da promoção da saúde bucal:

1) Pensar em condições favoráveis para que os trabalhadores reflitam e percebam que algumas mudanças poderão trazer benefícios tanto para eles quanto para sua família e a comunidade;

2) Engajar a área de SST nas ações voltadas para promoção de saúde;

3) Difundir a ideia de que saúde não é a mera ausência de doenças, mas algo que é gerado nos ambientes em que as pessoas vivem, trabalham, amam e se divertem; 

4) Fornecer informações que subsidiem a reflexão dos participantes quanto a mudanças de comportamento que beneficiem sua qualidade de vida e saúde bucal; 
                    
5) Propiciar condições para que os trabalhadores atuem como multiplicadores de conhecimento; 

6) Contribuir para elevação da autoestima, promovendo o autocuidado, essencial para o bem-estar físico e social;

7) Contribuir para o reforço do hábito da higiene bucal;

8) Contribuir para o controle da cárie em seu estágio inicial e da gengivite;   
                    
9) Contribuir para diminuição do absenteísmo.

- Estudo epidemiológico sobre saúde bucal: objetiva realizar levantamentos da saúde bucal da população brasileira em várias faixas etárias, utilizando para tanto indicadores da OMS.   

- O principal indicador utilizado é o índice CPO-D, que avalia a evolução da doença cárie.    
         
- Diagnóstico de saúde e estilo de vida do trabalhador da indústria (DSEV): objetiva avaliar a saúde bucal dos trabalhadores da indústria. Não é uma avaliação clínica, mas evidencia a necessidade de tratamentos odontológicos dos trabalhadores das indústrias, inclusive da construção civil.

- Distribuição dos trabalhadores da construção/PB em 2010 por complexidade de tratamentos odontológicos (CPO-D:12,88): necessidade de tratamentos especializados em próteses (64%), necessidade de tratamentos simples (25%), necessidade de tratamentos de média complexidade (10,9%).

- Distribuição dos trabalhadores da construção/PB em 2014 por complexidade de tratamentos odontológicos (CPO-D:11,65): necessidade de tratamentos especializados em próteses (51,1%), necessidade de tratamentos simples (38,1%), necessidade de tratamentos de média complexidade (10,8%).

- O SESI-PB realizou 2.154 consultas e 3.751 procedimentos em canteiros de obras para trabalhadores (janeiro a novembro/2014).

- Ambiente de trabalho saudável é aquele em que trabalhadores e gestores atuam conjuntamente para promoção da segurança, da saúde e do bem-estar de todos.

Falando do PPRA



Vídeo Publicado no youtube em 3 de fev de 2015


O Jornal Segurito e o site Segurança do Trabalho NWN uniram as forças e estão lançando um canal no youtube: SST é o Canal.

Estaremos disponibilizando vídeos voltados exclusivamente para o tema de Saúde e Segurança do Trabalho.

Veja a nossa programação inscreva-se acessando este link:
Esse é o primeiro programa do SST é o Canal o tema é PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). Abordaremos itens importantes do programa que é na verdade, o carro chefe das ações de segurança do trabalho na empresa.

É a partir do PPRA que as ações de segurança do trabalho acontecem. 


Ter um PPRA eficiente é o começa de uma gestão de segurança do trabalho eficiente.

Falaremos sobre:

Livros interessantes sobre PPRA:

Erros cometidos no PPRA:

O que falar em um DDS sobre PPRA:

Fórum de Saúde do Trabalhador pede a revogação das MPs 664 e 665/2014

Em reunião realizada na terça-feira, dia 3 de fevereiro, no Dieese em São Paulo, as Centrais Sindicais presentes no Fórum Nacional de Saúde do Trabalhador formulou um documento em que reitera a exigência da imediata revogação das MPs 664 e 665/2014. Na alegação do documento que será entregue aos presidentes das centrais e parlamentares, os sindicalistas lembram que as MPs são inconstitucionais pela ausência de requisitos para edição de Medidas Provisórias, urgência e relevância e por contrariar o significado da seguridade social de assegurar condições dignas de sobrevivência em situações de vulnerabilidade, notadamente desemprego, doença e morte, conforme previsto na Constituição Federal.

O Fórum elencou uma série de problemas e discorreu sobre as alegações contrárias as medidas editadas pelas MPs, como a privatização das perícias médicas que amplia o poder patronal de controle dos processos de saúde e doença dos trabalhadores e  consequentemente, a subnotificação dos acidentes e doenças do trabalho; a ampliação de 15 para 30 dias para a concessão de benefício, o que certamente contribuirá para o aumento dos ocultamentos de acidentes e doenças do trabalho e o despedimento do trabalhador em situação mais vulnerável; transferência, em sua totalidade, para a empresa dos exames médicos e o abono das faltas (art. 60, § 4º), neste item, entre outros critérios, o documento lembra que além de subordinar o direito de  tratamento e de acesso aos serviços de saúde ao médico da empresa e aos interesses do empregador, a previsão além de violar a norma constitucional viola expressa e frontalmente a convenção 161 da OIT ratificada pelo Brasil,  que por tratar-se de matéria de direitos humanos (direito à saúde) trata-se de norma supralegal;  limite no valor do benefício do auxílio-doença é desfavorável ao trabalhador e inadmissível no Direito Social; tempo de carência, o critério impede o acesso a benefícios de caráter de subsistência estritamente vinculados à preservação da dignidade humana;  doenças pré-existentes, item preocupante pois, não raro, o agravamento da doença e a incapacidade laboral, são  decorrentes das condições de trabalho, atuais ou no passado; como por exemplo, os cânceres ocupacionais que se manifestam 20 ou mais anos após o tempo de exposição aos agentes nocivos e pensão por morte:   Quanto ao beneficio pensão por morte a MP 664/2014, extrapola em inconstitucionalidades, criando casamentos de segunda e de primeira classe, reduzindo em demasia a possibilidade de sobrevivência dos dependentes do segurado e criando um quadro de períodos máximos de recebimento de benefícios absolutamente indefensável.

Ainda segundo o documento,  “o  governo justifica a edição das MPs sob alegação de distorções e fraudes, passando a ideia de que os trabalhadores são os responsáveis por estas irregularidades.  As centrais sindicais repudiam a tentativa de marginalização, restringindo a proteção social dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, com o objetivo de reduzir o déficit primário”.

O Fórum de saúde reitera no documento que a  classe trabalhadora é responsável pela produção da riqueza do País e pela manutenção dos sistemas previdenciários. 

Na reunião estavam presentes representantes da Força Sindical, CUT, NCST, CTB, UGT, DIEESE, DIESAT.

Os químicos estavam representados por Antonio Cortez Morais,  vice-presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e região – Sindiquímicos e conselheiro representante da Força Sindical no Conselho e secretário de Assuntos Previdenciários da Força Sindical/SP e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ e João Donizeti Scaboli, coordenador do Departamento de Saúde do Trabalhador da FEQUIMFAR e 2º Secretário de Segurança e Saúde do Trabalhador da Força Sindical que reiteraram a importância do encontro e posicionamento do Fórum de Saúde das Centrais em defesa do trabalhador.

O grupo deverá continuar o debate em reunião agendada para o dia 9 de fevereiro, 9h30, no Dieese. 


Fonte: Troad Comunicação & Assessoria 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Policiais civis do RJ terão atenção em saúde e segurança no trabalho

Ação será realizada por meio de Protocolo de Intenções assinado entre Fundacentro e Governo do Estado do RJ.

 
Por ACS/A.R.

Os policiais civis do estado do Rio de Janeiro passarão a receber atenção especial em saúde e segurança no trabalho, por meio de assinatura de Protocolo de Intenções entre a Fundacentro e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, evento que foi realizado na capital carioca.

Com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, da presidenta da Fundacentro, Maria Amelia de Souza Reis, do Diretor Técnico da entidade, Robson Spinelli Gomes e o chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, o Protocolo tem como objetivo, a conjugação de esforços entre a Fundacentro e a Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro para a realização conjunta de projetos e ações de mútuo interesse em atendimento às demandas de segurança e saúde no trabalho da corporação da PCERJ.

Essas ações serão desenvolvidas por meio de plano de trabalho que contemplará a identificação do objeto, as metas a serem atingidas, etapas ou fases de execução, denominação de responsáveis pelas etapas, plano de aplicação de recursos (caso haja necessidade, pois o Protocolo em si não envolve a transferência de recursos), cronograma de desembolso, pagamento ou execução orçamentária (caso haja necessidade) e formas de divulgação.

Conforme prevê o Protocolo, caberá à Fundacentro o estudo de ações prevencionistas para os policiais do RJ, de forma a estabelecer avaliações ocupacionais e ambientais.

De acordo com Robson Spinelli, diretor Técnico e gestor do Protocolo, haverá em um primeiro momento, a formação de um grupo de trabalho e posteriormente a definição estratégica de ação local.

Segundo a presidenta Maria Amelia, a assinatura do protocolo já vinha sendo discutida entre a instituição e os policiais civis e para ela, o tema segurança pública é uma grande preocupação do povo brasileiro. Em entrevista concedida ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, Maria Amelia colocou que os estudos a serem implementados irão ajudar a minimizar os problemas no ambiente de trabalho e farão com que a segurança pública do Rio se torne a principal do país e sirva de modelo para os outros.

*“Para a corporação e a sociedade, o policial é o operador mais importante da segurança pública e não podemos deixar de nos preocupar com a saúde dele dentro e fora da atividade. Somos pioneiros nesse trabalho e espero que estejamos plantando uma semente importante para as polícias do Brasil porque sem o agente motivado, com saúde, valorizado e respeitado não há solução que resolva a segurança do país” ressaltou o chefe da Policia Civil, Fernando Veloso.

* Com informações da Subsecretaria de Comunicação Social do Governo do Estado do Rio do Janeiro.

Operário tem mão decepada em acidente na JBS Friboi

Coagido pela empresa, trabalhador executava função para qual não possuía treinamento.

A notícia de uma tragédia anunciada evidencia mais uma vez a irresponsabilidade da JBS - maior produtora global de carnes e dona das marcas Friboi, Seara, Vigor, entre outras -, quanto às condições de trabalho.

Vanderlei Costa Rosa, 28 anos, teve a mão direita decepada após acidente na madrugada desta terça-feira (3), na unidade de Carambeí (PR).
O operário, que há seis meses trabalha no setor de higienização, fazia a limpeza da máquina conhecida como ‘misturadeira’ – que agrega a carne aos condimentos.

De acordo com Wagner do Nascimento Rodrigues, secretário-geral do Sindicato da Alimentação de Carambeí, Castro e Região, o trabalho de limpeza é complexo, pois deve ser feito com a máquina em funcionamento e, portanto, demanda treinamento. Porém, Vanderlei jamais passou por qualquer orientação.

“Pela ausência de um operário habilitado e pela necessidade de tocar a produção Vanderlei foi colocado em condições de risco pela empresa”, afirmou o dirigente.

Ele revela que é comum na unidade de Carambeí a improvisação e a exploração da mão de obra para alcançar o lucro a qualquer custo. “Produção em primeiro lugar, saúde e segurança em segundo plano”, denuncia.

Após o acidente, o operário ainda teve que aguardar por meia hora até a chegada do socorro, que só ocorreu com a ajuda de uma concorrente, a BRF Foods, que é vizinha da JBS.  Logo depois, ele foi encaminhado para o hospital mais próximo. “Preocupou bastante o despreparo da empresa para atuar em situações de emergência”, disse.

A unidade, que pertencia a Seara, foi adquirida pela JBS numa operação realizada em 2013. Segundo o dirigente, desde que a empresa se instalou no município, houve uma considerável piora nas condições de trabalho, arrocho salarial e retirada de benefícios.

“Sem contar que o diálogo com a JBS é nulo. Inadmissível que uma empresa receba tantos recursos do BNDES e não tenha qualquer preocupação com o trabalhador, que por pressão e medo de perder o emprego.

Vanderlei não corre risco de vida, mas ficará internado aguardando decisão médica para transfusão de sangue acaba se submetendo a essas condições, como no caso do operário que teve a mão decepada pela máquina”, lamentou o dirigente.

Diante desta preocupante realidade, o Sindicato tem feito diversas denúncias. A JBS, inclusive, já foi alvo de fiscalização do Ministério Público do Trabalho e autuada por uma série de infrações.

Wagner informou que o Sindicato já tomou as providências cabíveis, comunicando o acidente ao Ministério do Trabalho local e ao Ministério Público.

Em visita ao operário no hospital, Wagner assegurou que a entidade atuará para garantir todos os seus direitos.


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