Jornalista
especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista
ocupacional.
A empresa chinesa de
eletrodomésticos está sendo acusada de gestor chinês da fábrica da Midea ter agredido
um funcionário, com socos e chicotada com borracha de vedação de geladeira,
durante o expediente de trabalho. Segundo a empresa houve o episódio entre o
gestor e um colaborador brasileiro em suas instalações. A empresa chama o caso
de "incidente" e nega a chicotada, diz em nota que o ocorrido foi
diferente do que vem sendo relatado e afirma que afastou o gestor.
O operador agredido Laércio
Diego Maia, explicou que o item utilizado na chicotada é feito de PVC com ímã e
pode pesar entre um quilo e um quilo e meio quando finalizado.
A agressão aconteceu em
15 de junho e gerou protestos dos trabalhadores na unidade, que conta com cerca
de 1.200 empregados. O Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre MG afirma que
essa foi a última de uma série de reclamações sobre assédio moral e condições
precárias de trabalho e que a empresa tem a obrigação de preservar a
segurança, a integridade e o respeito no ambiente de trabalho.
Jornalista
especializado em segurança no trabalho, Blaster, ergonomia aplicada e
higienista ocupacional.
Grandes pedras foram
lançadas para fora da área planejada devido a uma explosão na construção da
transposição do Rio São Francisco.
Uma detonação de rochas
com explosivos no Ramal do Apodi, em Uiraúna (Sertão paraibano), lançou
fragmentos fora da área prevista em 22 de junho de 2026. O incidente atingiu 45
casas no bairro Retiro, causando destruição de paredes e telhados, mas ninguém
ficou ferido, pois a área havia sido previamente evacuada e os imóveis próximos
encontravam-se desocupados no momento da detonação. O Ministério da Integração
e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e a construtora responsável iniciaram
vistorias para medir os estragos e providenciaram abrigo para as famílias
desalojadas, moradores que não puderam retornar para casa foram realocados em
hotéis e pousadas, foi aberto processo administrativo para investigar a falha
técnica, para ver como ficaram as residências logo após o desmonte das rochas na obra, com uma detonação com explosivos de grande impacto, órgão e empresa
prometeram as assistências de danos materiais (com telhados quebrados, paredes
atingidas e prejuízos materiais diversos). Veículos também foram danificados.
O Ministério da
Integração e do Desenvolvimento Regional abriu um processo administrativo para
apurar as causas com vistorias de segurança.
Para conferir, registros em vídeo reportagem mostrando o impacto dos fragmentos de rocha nos imóveis.
O Ministério também
informou que as escavações em rochas com utilização de explosivos são
necessárias para implantação dos canais do Ramal do Apodi. As denotações
acontecem após evacuação prévia de áreas próximas, e por isso todos os imóveis
estavam desocupados e nenhuma pessoa ficou ferida.
Infelizmente, na Paraíba,
há poucos profissionais de prevenção com a qualificação necessária para atuar
como Blaster. Tenho o curso na época ministrado pelo Exército Brasileiro,
trabalhei em grandes construtoras, onde adquiri experiência na construção de
estradas, pontes e pedreiras. Fui responsável por treinamentos das equipes, transporte
de equipamentos e materiais explosivos, além de cuidar do estoque e
armazenamento em paiol.
Não tenho certeza do que
ocorreu em Uiraúna; talvez tenha sido uma carga excessiva de explosivos, perdendo
o controle de dispersão de fragmentos, uma amarração do cordel para orientar a
desmontagem, erros no cálculo do tempo de retardo entre as cargas ou na
geometria dos furos podem concentrar a energia na direção errada ou a ausência
de abafamento do fogo, poderiam ter sido utilizado pneus com areia no interior que
não permite que os fragmentos escapem livremente pelo ar em alta velocidade e/ou
utilizando o “fogacho” tecnicamente na mineração como um pequeno explosivo ou
fogo secundário para fragmentar pedras.
O Blaster (ou operador de
detonação/cabo de fogo) é o profissional técnico responsável por planejar,
preparar e executar detonações controladas com explosivos. Ele atua
principalmente na mineração, construção civil e demolições estruturais para
fragmentar rochas ou derrubar edificações com segurança.
Principais Atribuições
Planejamento: Avalia o
local e a geologia para elaborar o "plano de fogo", definindo a
quantidade, tipo e posicionamento exato dos explosivos.
Manuseio e Montagem:
Prepara os explosivos, instala detonadores e organiza as sequências e tempos de
disparo.
Segurança e Isolamento:
Garante o cumprimento rigoroso de normas (como as do Exército Brasileiro e
Polícia Civil), isola a área e comanda o momento da detonação.
Inspeção: Verifica se a
detonação ocorreu conforme o planejado e se não há falhas ou riscos residuais
no local.
Para entender melhor a
rotina de planejamento e os cuidados rigorosos tomados antes de uma grande
implosão:
O Blaster (ou
técnico em detonação) é o profissional altamente especializado e
habilitado responsável por inspecionar, preparar e conduzir atividades com
explosivos. Atuando principalmente nos setores de mineração, pedreiras e
construção civil, seu objetivo é realizar o desmonte de rochas de maneira
segura e eficiente.
Formação e Certificação
Para atuar na área, o
profissional deve possuir formação prévia em áreas como engenharia, geologia,
mineração ou segurança do trabalho, e concluir um curso de capacitação
credenciado.
O treinamento engloba:
Conhecimento em tipos de
explosivos e acessórios de detonação.
Técnicas e cálculos de
plano de fogo.
Normas ambientais e de
segurança.
Legislação rígida do
Exército Brasileiro e da Polícia Civil.
A certificação oficial é
concedida após testes práticos e teóricos que comprovam a aptidão do
profissional.
Onde Atuar e
Responsabilidades
Além da mineração
tradicional, o Blaster também atua em demolições, escavações em áreas urbanas,
mineração subterrânea, subaquática e em eventos de grande porte
(pirotecnia).
Suas principais
atribuições incluem:
O cálculo exato para o
desmonte seguro de rochas.
A montagem da rede de
detonação.
A definição da quantidade
exata de explosivos a ser utilizada.
A liderança do processo
de evacuação e detonação na área de risco.
Em 2010, acidente com
explosivo em Sertânia PE, ocorreu na obra de transposição do São Francisco,
resultando na morte de pelo menos 3 trabalhadores e deixando outros dez feridos.
Jornalista especializado em segurança no trabalho,
ergonomia aplicada e higienista ocupacional.
O Instituto
Brasileiro de Direito de Trânsito (IBDTrânsito) participou
do Seminário Mulheres em Movimento em Curitiba/PR, importante espaço de diálogo
e reflexão sobre mobilidade, segurança viária, liderança e protagonismo
feminino. O evento reuniu especialistas, gestoras públicas, professores e
profissionais de diversas regiões do país onde debateram os desafios e as
oportunidades relacionados à participação das mulheres na construção de um
trânsito mais seguro, humano e inclusivo.
O evento
destacou a capacidade das mulheres de liderar, educar, inovar e transformar
realidades, inspirando novas gerações e ampliando a participação feminina nos
espaços de decisão.
Mulheres em
Movimento foi um evento que proporcionou aprendizado, troca de experiências e
fortalecimento da luta das mulheres em todo o Brasil. A AMEN-PBAssociação de Motogirls e
Entregadoras da Paraíba, brilhantemente representada pela presidente Mirian de
Araújo Confessor, levou as demandas das motogirls, entregadoras e trabalhadoras
da Paraíba, contribuindo com pautas que representam mulheres de diversas
regiões do país; “Retornamos com a convicção de que, quando as mulheres se
unem, compartilham suas experiências e constroem soluções juntas, avançamos na
conquista de direitos, oportunidades e reconhecimento. Agradecemos a todas as
pessoas, organizações e instituições que tornaram este evento possível. Cada
momento foi crucial para fortalecer vozes, criar conexões e impulsionar
mudanças. Continuamos firmes, em movimento e na luta por mais respeito,
inclusão, segurança e protagonismo para todas as mulheres!” Afirmou a
presidente Miriam.
O
IBDTrânsito agradeceu à SENATRAN pelo convite e a realização de um evento de
elevado nível técnico e institucional, que proporcionou importantes reflexões
sobre o presente e o futuro da mobilidade brasileira, IBDTrânsito reafirmou seu
compromisso com o projeto Elas à Frente do Trânsito, valorizando a liderança
feminina na evolução da mobilidade e segurança viária no Brasil.
O SENATRAN é
o órgão máximo executivo do Sistema Nacional de Trânsito, e tem autonomia
administrativa e técnica, e jurisdição sobre todo o território brasileiro.
Sua sede é em Brasília DF. A Secretaria Nacional de Trânsito tem como
objetivo principal fiscalizar e fazer cumprir a legislação
de trânsito e a execução das normas e diretrizes estabelecidas
pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, a Secretaria
possui a atribuição de coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito na
execução da Política Nacional de Trânsito.
Encenação de Cordel em
praça pública e música marcam evento encerrado com pit stop e adesivagem de
veículos no Centro da cidade
O Ministério Público do
Trabalho na Paraíba (MPT-PB) lançou na tarde desta quarta-feira (17), no
'Terreirinho do Forró', em Patos, no Sertão paraibano, a Campanha 2026 de
Prevenção e Combate ao Trabalho Infantil no São João. A encenação teatral do
Cordel “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil” por crianças e adolescentes do
Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos dos Centros de Referência e
Assistência Social (CRAS) de Patos marcou o evento em praça pública, no Centro
da cidade. O lançamento foi encerrado com pit stop e adesivagem de veículos.
A edição 2026 da Campanha
de Combate ao Trabalho Infantil no São João tem como mote o Cordel que aborda,
em uma linguagem acessível e regional, a exploração do Trabalho Infantil no
ambiente digital e no futebol. O Cordel traz, de forma cultural e pedagógica,
caso emblemático da Paraíba de exploração do trabalho infantil nas redes
sociais. A história se passa no ambiente escolar e acontece no período junino.
O Cordel é assinado pela poetisa Anne Karolynne.
A Campanha é realizada em
parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação da Prefeitura
de Patos, com o Instituto Paraibano de Prevenção e Erradicação do Trabalho
Infantil (IPPETI), o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
(Fepeti-PB) e várias instituições da Rede de Proteção à Infância que integram
essa ação no São João. O evento reuniu autoridades, integrantes de órgãos
parceiros, a rede de proteção e a sociedade.
“A campanha é muito mais
do que um desenho e um Cordel. São diversas ações desenvolvidas ao longo do
período junino, de junho e julho. Essa iniciativa serve também para debatermos
e dialogarmos para que a sociedade tenha consciência cada vez mais sobre os
malefícios que o trabalho infantil ocasiona. Além da Campanha, durante os
festejos, várias atividades são realizadas pela ‘Rede de Proteção’, como pit
stop, buscas ativas, afixação de cartazes nos locais da festa, bares,
restaurantes, hotéis e pousadas. Além disso, os comerciantes da festa assinam
um termo onde informa que não podem utilizar mão de obra infantil e devem
obedecer a algumas obrigações. Ou seja, é um momento de fortalecer essa rede de
proteção, ressaltou o procurador do Trabalho Raulino Maracajá, coordenador
Regional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de
Crianças e Adolescentes do MPT na Paraíba.
O céu estava colorido de
bandeirolas e balões. Apresentações culturais deram o brilho ao evento.
Crianças e adolescentes do CRAS Mariana Alves apresentaram a peça teatral,
dando vida ao Cordel da campanha e reforçando a mensagem “Chega de Trabalho
Infantil”. Já meninas do CRAS Matheus Leitão, apresentaram um balé com músicas
regionais. A jovem Jêmilly Abdon cantou o jingle da campanha, acompanhada pelo
pai, o maestro Esdras e pelo músico Élcio do Acordeon.
‘Casa Menina Francisca’
A secretária de
Desenvolvimento Social e Habitação de Patos, Helena Wanderley, destacou que as
ações de prevenção e combate ao trabalho infantil são realizadas durante todo o
ano pela ‘Rede de Proteção’, mas são intensificadas no mês de junho, período marcado
pelo Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. “Nesse período dos festejos
juninos, a Prefeitura de Patos e toda a Rede de Proteção’ reforçam as
informações e orientações para as famílias e para a sociedade, fortalecendo
esse cuidado com as nossas crianças e adolescentes”, afirmou.
Helena também ressaltou a
importância da parceria com o Ministério Público do Trabalho e a implantação da
‘Casa Menina Francisca’, espaço criado para garantir proteção aos filhos de
trabalhadores que atuam durante o São João. “É mais um espaço de prevenção e
combate ao trabalho infantil, onde os filhos dos barraqueiros, catadores de
recicláveis e outros trabalhadores podem ficar em um ambiente seguro enquanto
suas famílias trabalham durante os festejos”, destacou.
Números preocupam
De cada 10 denúncias de
crimes na Internet, seis são de abuso e exploração sexual de crianças e
adolescentes, segundo a ONG SaferNet. A Paraíba tem aproximadamente 38 mil
crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, em situação de trabalho infantil,
segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Brasil, há
1,65 milhão de meninos e meninas nessa situação.
O trabalho infantil
impacta diretamente o direito à educação. Segundo o IBGE, entre crianças e
adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, 88,8% eram
estudantes, frente a 97,5% na população total da mesma faixa etária. A maior
diferença aparece entre adolescentes: de 16 e 17 anos, a frequência escolar cai
de 90,5% (população total) para 81,8% entre aqueles em situação de trabalho
infantil.
Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada,
instrutor de bombeiro civil e higienista ocupacional.
Com base
nas informações que li em várias postagens nas redes sociais, farei algumas
considerações antes da divulgação do laudo final dos peritos do Corpo de
Bombeiros Militar e da Polícia Civil. Utilizarei meu conhecimento na área de
segurança e formação como instrutor de Bombeiro Civil para analisar o caso.
Informações
que li sobre a dinâmica da explosão.
Um
vazamento de gás acetileno pode ter causado a explosão de um carro que resultou
na morte de Glácio de França Arcanjo, de 30 anos, na cidade de Sapé, na
Paraíba, nesta quarta-feira (17). A hipótese foi levantada pelo Corpo de
Bombeiros.
De acordo
com os bombeiros, dois cilindros estavam dentro do carro e podem ter vazado o
gás, um de acetileno e outro de oxigênio. Com a explosão, os cilindros foram
arremessados para fora do veículo. “A explosão provavelmente ocorreu devido ao
vazamento do acetileno, um gás inflamável, que ficou confinado dentro do carro
no baú do Fiat Fiorino e gerou uma centelha ao abrir o baú causando a explosão”.
disse o tenente Gláuco, do Corpo de Bombeiros.
Uma perícia
está sendo realizada para determinar a causa exata da explosão. As casas da mãe
e da esposa da vítima foram atingidas e temporariamente interditadas devido aos
danos estruturais.
A explosão
aconteceu na comunidade Sapucaia, em Sapé PB. Os bombeiros encontraram a vítima
com ferimentos graves, sendo arremessada para dentro de uma residência devido à
força da explosão. O veículo envolvido era uma Fiat Fiorino baú na cor branca,
pertencente a uma empresa de bebidas alcoólicas que ficou completamente
destruído.
Glácio foi
socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.
Descrevo:
Os
cilindros devem ser transportados em carrocerias metálicas abertas para evitar
o acúmulo de gás, e em caso de incêndio o metal diminuir o risco da propagação
do fogo, ter extintores de incêndio disponíveis, ferramentas de borracha com
cabos de madeira ao usar evita atritos e fio terra que ajuda a evitar a
formação de campos eletrostáticos. A carroceria deve ser sinalizada por placas
universais, conforme determinação da UNO, que indicam o produto transportado
por meio de cores e números, que servem para em caso de emergências,
socorristas e bombeiros podem identificar e avaliar a distância os riscos
intrínsecos, observando essas sinalizações. Os cilindros precisam estar
apoiados em suportes com bases firmes, presos com correntes, sempre na posição
vertical nunca na horizontal (deitados) para evitar pressão indevida sobre os
manômetros e válvulas de segurança. O uso de capacetes de proteção nos
cilindros é obrigatório durante o transporte, protegem os dispositivos de
segurança.
O condutor
deve ter 21 anos acima, possuir habilitação D ou E, curso de MOPP Movimentação Operação
de Produtos Perigosos, uso de EPI equipamento de proteção individual, capacete,
respirador, protetor facial luva, vestimenta antifogo, calçado
preferencialmente sem componentes metálicos, equipamentos indicados por
especialista.
O
transporte inadequado de cilindros de gases inflamáveis e explosivos é uma
infração grave que gera risco de explosão, asfixia ou incêndio. A operação
exige veículos específicos, documentação rigorosa, cilindros separados para
evitar incompatibilidade dos gases, os cilindros devem ser manuseados com
carrinhos apropriados, evitando impactos ou quedas.
As
principais regras e proibições que regem esse tipo de transporte incluem:
Proibido em
veículos de passeio: O transporte em carros baú fechados
(sem ventilação adequada), qualquer vazamento pode acumular o gás e causar uma
explosão com a simples ignição da chave de partida do carro ou toque do celular em chamada.
Proibido o
transporte com passageiros ou outras cargas: É
terminantemente proibido transportar explosivos e gases simultaneamente com
materiais incompatíveis, passageiros ou pessoas não autorizadas e sem habilitada
à atividade.
Posição
incorreta: Cilindros pressurizados devem ser
mantidos sempre na vertical, presos com correntes e suportes. O transporte na
horizontal pode danificar a válvula e transformar o cilindro em um projétil
caso ela se rompa as válvulas, podendo ser arremessados com uma força
destrutiva massiva em colisões ou freadas bruscas.
Falta de
ventilação e sinalização: O veículo precisa ser
aberto ou contar com ventilação natural/exaustão e placas de sinalização de
perigo e indicação do produto na parte traseira e nas laterais.
Vazamento e
Formação de Atmosfera Explosiva: Gases como
o acetileno são inflamáveis. Se a válvula do cilindro for danificada durante o
transporte sem a proteção adequada, o gás escapa, bastando uma simples faísca
(ou o acionamento elétrico do veículo) para detonar.
Acúmulo de
gás: Em um veículo fechado, qualquer microvazamento na válvula do
cilindro ou nas mangueiras pode criar rapidamente uma atmosfera explosiva. Uma
simples faísca elétrica (como a abertura de uma porta, o acionamento do alarme
ou a ignição do carro) é suficiente para detonar o ambiente.
Intensificação
de Combustão: O oxigênio em si não pega
fogo, mas enriquece a atmosfera do ar, com ele faz com que qualquer material
queime muito mais rápido, as reações químicas ficam aceleradas no processo de combustão.
Exposição
Térmica: O calor do interior de um carro baú aumenta
a pressão interna do cilindro, elevando o perigo de ruptura estrutural.
Fonte de
Ignição: Qualquer energia térmica, faísca
elétrica, atrito mecânico ou chama aberta eletricidade estática é capaz de
atingir a temperatura de ignição da mistura. Quando o material combustível está
disperso no ar (nuvem de poeira ou vapor) e encontra o oxigênio na faixa de
inflamabilidade, o contato com uma fonte de ignição fecha o ciclo, provocando a
detonação.
Conclusão:
Devido ao
espaço limitado no compartimento de armazenamento do veículo, é provável que os
cilindros estivessem sendo transportados deitados, na posição horizontal. Isso
pode ter causado atritos entre as cápsulas, rompimento das mangueiras ou até
mesmo a abertura acidental dos manômetros, pois estavam sem o capacete de
proteção. Isso poderia resultar na liberação acidental do gás sob alta pressão, "de acordo
com informações, o veículo funcionava com GNV gás natural veicular o que
agravou a situação".
A ABEMEC-PB (Associação
Brasileira de Engenheiros Mecânicos - Seção Paraíba) é a entidade que
representa, valoriza e defende os direitos dos profissionais de Engenharia
Mecânica e Industrial no Estado. Ela atua ativamente na integração da categoria
junto ao CREA-PB.
Origem e
Fundação.
A
associação possui uma forte raiz institucional no estado, criada por abnegados,
com seu registro de atuação e formalização datada em 3 de junho de 2019. A
entidade atua para congregar engenheiros (as), estudantes e profissionais de
modalidades coligadas, promovendo a capacitação técnica e o avanço tecnológico
na Paraíba.
O segmento
da Engenharia Mecânica e Industrial se fortalece quando sua representatividade
é bem estabelecida, o que permite defender suas demandas e reivindicações junto
aos Conselhos Federais. A entidade foi fundada com o objetivo de preencher a
lacuna de uma representação regional sólida para os profissionais das áreas
mecânica e metalúrgica na Paraíba. Suas principais áreas de atuação incluem a
representação profissional, o desenvolvimento técnico e a defesa da sociedade.
Nossa missão é acompanhar
e apoiar cada criança e sua família, promovendo desenvolvimento, acolhimento e
qualidade de vida em todas as fases dessa jornada. Para mais informações ou
agendar um atendimento, entre em contato pelo WhatsApp: (83) 99633-8300.
Na Clínica Diluz, temos
uma equipe multidisciplinar pronta para acompanhar o desenvolvimento infantil e
adolescente, com profissionais de diversas áreas para oferecer um atendimento
personalizado e focado nas necessidades de cada criança e família. Oferecemos
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Chagas nº 382 Bancários, João Pessoa PB.