terça-feira, 14 de julho de 2026

Aumento da porcentagem de etanol anidro na gasolina

 

Por Laercio Silva

Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional.

Muitas críticas foram feitas nas redes sociais ao governo por essa decisão, não estou me referindo à política, mas sim ampliando a discussão na área tecnológica.

Como não sou especialista na área, estudei diversas fontes de pesquisa e artigos em busca de conhecimento.

Aumento da porcentagem de etanol anidro na gasolina é estimado em um período de utilização bastante curto para gerar problemas significativos no motor do veículo. A regra tem validade inicial de 180 dias, podendo ser estendida por mais 180 dias. O país vai economizar tanto na utilização quanto na importação de gasolina devido ao aumento da porcentagem de etanol na mistura. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu elevar o teor de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, conhecido como E32. Economia na Importação: essa mudança diminui a dependência de fontes externas, resultando em uma economia aproximada de 500 milhões de litros de gasolina importada por mês, o que equivale a cerca de 900 milhões de litros ao longo do ano. Quanto ao desempenho testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, uma instituição de ensino superior em São Caetano do Sul – SP voltada à educação e à pesquisa científica e tecnológica para promover o desenvolvimento nacional, mostraram que a mistura não prejudica os veículos, e que funcionaram de maneira equivalente a composição anterior.

Está registrado nos relatórios:

Para a maioria da frota brasileira circulante, o impacto é mínimo, mas o aumento do teor de etanol na gasolina pode sim acelerar ao longo do tempo o desgaste ou prejudicar o funcionamento de motores específicos.

Entenda como o aumento afeta cada categoria de carro e quais componentes mecânicos vai exigir atenção:

Impacto real: O motorista sentirá apenas um leve aumento no consumo de combustível. O etanol possui menor poder energético (calorífico) que a gasolina, exigindo maior volume injetado para entregar a mesma potência.

Carros flex nacionais e importados o motor não é prejudicado, os veículos flex são desenvolvidos para suportar qualquer proporção de etanol (até o hidratado puro, vendido separadamente na bomba). Todo o sistema desde mangueiras, bombas e até a central eletrônica foi projetado com materiais resistentes à corrosão e com sensores capazes de ajustar a injeção automaticamente.

Carros importados superesportivos como marcas premium, BMW, Audi, Mercedes, Porsche e Land Rover, veículos de luxo exclusivos movidos a gasolina podem ter problemas de desgaste prematuro no motor. Mesmo com a calibração para o mercado brasileiro, são muito sensíveis às propriedades químicas do combustível, muitos modelos equipados com motores de injeção direta de alta pressão podem ter complicações devido à presença de álcool. Isso pode resultar em perda de lubricidade na injeção direta, corrosão de peças metálicas, ressecamento de mangueiras e maior carbonização nas válvulas pode encurtar a vida útil de componentes como a bomba de alta pressão e os bicos injetores a longo prazo.

Carros antigos com carburados ou injeção antiga o motor é prejudicado com o abastecimento, há risco considerável de danos. 

Veículos antigos fabricados décadas atrás foram projetados quando a gasolina tinha teores muito baixos de etanol (ou zero). Nesses motores, o alto percentual de etanol atual pode provocar:

Corrosão e Oxidação: O etanol é corrosivo para peças metálicas antigas (incluindo tanques de ferro e carburadores).

Ressecamento de mangueiras e borrachas de vedação antigas ressecam e racham com facilidade em contato excessivo com o álcool, gerando riscos de vazamento.

Falhas de Funcionamento nos carros com carburadores ou sistemas de injeção mais arcaicos não conseguem regular a mistura eletronicamente para compensar o etanol. Isso gera engasgos, perda severa de potência e muita dificuldade na partida.

O etanol soltar sujeiras que se acumulam no fundo do tanque, causando entupimentos no filtro mais cedo. A injeção antiga do veículo fica no limite, podendo haver um desgaste maior, resultando em queima ineficiente. A bomba de combustível e os bicos injetores sofrem mais atrito e desgaste devido à falta de lubrificação da gasolina pura.

Quando o asfalto vira cama: um flagrante real que nos faz refletir


Por Abimadabe Vieira

Educadora para o Trânsito, Observadora Certificada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

julho 12, 2026

Amigos, repercuti nas redes sociais um vídeo impressionante, gravado no interior do Nordeste, em que um motociclista, aparentemente sob efeito de álcool, adormece no meio de uma rodovia escura.

Mais do que mostrar o fato, publiquei em meu blog uma análise sobre o comportamento humano, explicando como o álcool pode comprometer a percepção de risco e até mesmo o instinto de sobrevivência.

Convido você a ler o artigo e refletir sobre os desafios da segurança viária e da preservação da vida.

Leia o artigo completo:

O Asfalto como Leito: O Flagrante Chocante de Risco Extremo nas Estradas do Nordeste

Quando o Asfalto Vira Cama: Um Flagrante que Expõe os Limites do Comportamento Humano no Trânsito.

Repercutiu nas redes sociais um vídeo que causou espanto em milhares de internautas. O registro foi feito na rodovia que liga os municípios de Caldeirão Grande e Jacobina, no interior da Bahia.

As imagens mostram uma cena inacreditável: Na escuridão da madrugada, um motociclista sob forte efeito de álcool deitou-se diretamente sobre a faixa de rolamento do asfalto, utilizando o banco de sua própria moto caída como "travesseiro". Ele apagou em um sono profundo no meio de uma pista sem nenhuma iluminação.

A tragédia iminente só não aconteceu porque o condutor de um carro que passava pelo local avistou o vulto na pista, parou o veículo e, com muita insistência, conseguiu acordar o homem, que se levantou completamente desorientado e sem dimensão do perigo ao qual estava exposto.

Para além do impacto visual das imagens, esse flagrante real e dramático exige de nós, profissionais da segurança viária, uma análise técnica, clínica e pedagógica.

O que leva um ser humano a anular totalmente o seu instinto de sobrevivência?

O Olhar Educador: A ciência por trás do comportamento humano.

Muitas vezes, o senso comum rotula cenas como essa apenas como "irresponsabilidade" ou "loucura". No entanto, a psicologia e a medicina aplicadas ao trânsito nos revelam que o fenômeno é puramente biológico e comportamental.

1. O colapso da percepção de risco

O álcool atua diretamente no lobo frontal do cérebro — a região responsável pelo nosso julgamento crítico, previsão de consequências e controle de impulsos.

Em níveis severos de intoxicação, ocorre a falência total da percepção de risco. O condutor perde a capacidade de avaliar que está em uma via rápida, que o asfalto é frio e perigoso, ou que ele se tornou um alvo completamente invisível para motoristas de caminhões ou ônibus.

Para o cérebro quimicamente alterado, a exaustão física transforma a rodovia em uma cama. O instinto de autopreservação é temporariamente desligado.

2. A Vulnerabilidade nas Rodovias do Interior

Esse caso acende um alerta vermelho sobre a dinâmica das estradas de interior e rodovias secundárias.

A combinação de retas escuras, a escassez de iluminação pública e a falsa sensação de isolamento — a crença de que "não passa ninguém de madrugada" — reduzem a vigilância tanto de quem conduz quanto de quem caminha.

O indivíduo sente-se seguro no erro devido à falta de uma fiscalização dinâmica e contínua nesses trechos mais distantes dos grandes centros urbanos.

3. A corresponsabilidade e o "amortecedor humano"

Conforme defendido pelas diretrizes globais da Organização Mundial da Saúde (OMS), o ser humano falha, mas o sistema de trânsito deve ser desenhado para que o erro não custe uma vida.

No caso ocorrido na Bahia, o sistema falhou na fiscalização e o motociclista falhou tragicamente na conduta.

O que evitou que ele entrasse para as estatísticas de mortes no trânsito foi o exercício puro da cidadania: o motorista que parou.

Ao não ignorar a cena, aquele cidadão agiu como o "amortecedor" que salvou o elo mais frágil.

Conclusão: Uma mudança que urge

Esse flagrante marcante nos mostra que a educação viária precisa ir muito além de ensinar placas e regras de circulação.

Precisamos falar sobre fatores humanos, sobre os limites biológicos do cérebro sob efeito de substâncias e, principalmente, sobre empatia.

Mudar essa realidade nas nossas estradas e cidades exige que a fiscalização rigorosa caminhe lado a lado com a conscientização.

O homem que dormiu na pista não é um caso isolado da internet; ele é o sintoma de uma cultura que ainda tolera o risco no trânsito.

Escolher a segurança e abraçar uma Cultura de Paz significa entender que as nossas atitudes definem o direito de todos de voltarem vivos para casa.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Discussão em altura quase termina em acidente grave

Por Laercio Silva

Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional.

Dois trabalhadores foram demitidos após uma discussão que quase terminou em tragédia durante a montagem de uma torre de energia. O caso aconteceu enquanto uma equipe atuava em altura, em uma atividade de alto risco. De acordo com informações, uma briga entre os funcionários se intensificou e um deles acabou empurrando o colega, que despencou da estrutura. A queda só não terminou em morte porque o trabalhador utilizava o cinto de segurança, que evitou que ele atingisse o solo. Após o ocorrido, os dois envolvidos foram desligados da empresa. Além disso, a companhia foi autuada e recebeu uma multa de R$ 85 mil. O episódio acendeu um alerta sobre a importância da disciplina e do controle emocional em atividades realizadas, onde qualquer desavença pode ter consequências graves ou até fatais. Por conta do incidente, as obras de construção das torres de energia ficaram paralisadas por três dias, mas já foram retomadas.

Um descontrole emocional intenso aumenta significativamente os riscos em qualquer situação expondo ao perigo, pois a racionalidade fica comprometida, prejudicando a capacidade de julgamento e dificultando o planejamento seguro. Isso eleva a probabilidade de ações impulsivas que causa acidentes e transtornos. A sobrecarga mental desregula o sistema nervoso, levando a respostas físicas e cognitivas negativa.

Durante os momentos críticos, as decisões conscientes são substituídas por reações instintivas, muitas vezes agravando a situação. A falta de concentração e a distração mental dificultam a atenção aos detalhes essenciais, para evitar acidentes no ambiente de trabalho. O estresse elevado provoca mudanças fisiológicas, como aumento da pressão arterial e taquicardia.

Quando uma pessoa está sob alta tensão, há o risco de sofrer um colapso, uma explosão emocional ou até mesmo um isolamento que impede a busca por ajuda. Para avaliar melhor a situação e obter suporte, é importante consultar canais oficiais e profissionais especializados, como acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

A importância da NR-1 é fundamental para melhorar a Segurança e Saúde no Trabalho, com foco no bem-estar mental. As organizações precisam analisar de forma abrangente como o trabalho pode causar sofrimento ou problemas de saúde mental. Riscos como pressão por metas, assédio moral e falta de pausas devem ser considerados no inventário de riscos do PGR. A avaliação de riscos deve ser contínua e as medidas de prevenção devem priorizar a gravidade do dano à saúde e o número de trabalhadores expostos. A norma foca no ambiente de trabalho e não inclui questões pessoais. A contratante deve garantir a segurança dos prestadores de serviço e MEIs terceirizados em suas dependências. O descumprimento das diretrizes pode resultar em autuações e penalidades administrativas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Acesso a NR 1 atualizada

Norma Regulamentadora No. 1 (NR-1)

A Mútua recebe o Selo Platina e é tema de TCC no Instituto Maria da Penha.

 

A engenheira e advogada Carmem Eleonôra Amorim, que é presidente da Associação Paraibana de Engenheiras Agrônomas e Geocientistas APEAG e membro do Programa Mútua Mulher apresentou seu Trabalho de Conclusão de Curso no Instituto Maria da Penha sobre o Selo Nós por Elas da Mútua, que é a Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA.

O trabalho destaca que a Mútua se tornou a primeira instituição privada do Brasil a receber a certificação Platina do Selo Nós por Elas, concedida pela ABNT em parceria com o Instituto Nós por Elas. Isso aconteceu após um processo rigoroso de auditoria que avaliou 14 indicadores de governança corporativa, cultura organizacional e responsabilidade social.

A Mútua participou ativamente desse processo, de estruturação interna de diagnósticos detalhados identificando riscos, vulnerabilidades e demandas de gênero dentro e fora do ambiente de engenharia. A instituição implementou medidas para prevenir episódios de assédio e discriminação, alcançando alta maturidade institucional.

Carmem Eleonôra, destacou a importância do Selo Platina, que reflete o compromisso da Mútua com as diretrizes do ODS 5 da ONU. Ela ressaltou o apoio da diretoria da Mútua, liderada por Joel Krüger, na criação de uma rede interna focada no enfrentamento da violência contra as mulheres.

Como membro do Programa Mútua Nacional, Carmem Eleonôra Amorim, leva para o Instituto Maria da Penha a essência de como apoiar a causa. Isso inclui o desenvolvimento de campanhas educativas e projetos sociais para enfrentar a violência de gênero.

A Mútua potencializa esse impacto utilizando sua estrutura de benefícios assistenciais e de saúde para proteger e capacitar mulheres no ecossistema tecnológico do país. A instituição oferece auxílios e subsídios para cuidados de saúde física e mental, além de promover a liderança feminina e a autonomia financeira das profissionais.

Além disso, ao promover iniciativas dedicadas à liderança feminina por meio de frentes como o Mútua Mulher, a entidade abre canais diretos de denúncia e acolhimento em conformidade com o Ligue 180, ao mesmo tempo em que fomenta a autonomia financeira das profissionais por meio de capacitação técnica. Essa independência econômica e o suporte psicológico são as ferramentas mais eficazes para quebrar os ciclos de abuso identificados e combatidos pela Lei Maria da Penha.

Essas ações são fundamentais para quebrar os ciclos de abuso identificados e combatidos pela Lei Maria da Penha. A Mútua se destaca como uma instituição comprometida com a transformação social e a proteção dos direitos humanos.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

PREVENOR 2026 Encontro Norte - Nordeste de Saúde Segurança do Trabalho e Emergência


PREVENOR 2026 🚨

O SINDITEST-PE – Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado de Pernambuco convida profissionais da área, estudantes e demais interessados para participarem do "Encontro Norte-Nordeste de Saúde e Segurança do Trabalho", evento paralelo à PREVENOR 2026.

🚨 DATA: 24 de setembro de 2026

🚨 HORÁRIO: 9h às 11h45

🚨 LOCAL: Centro de Convenções de

       Pernambuco (Olinda)

📌 PALESTRAS:

1) REVISITANDO FATOS HISTÓRICOS E CASOS EMBLEMÁTICOS DE ACIDENTES E ADOECIMENTOS NO TRABALHO

➡️ JOSÉ HÉLIO LOPES 

- Bacharel em Psicologia 

- Técnico de segurança do trabalho 

- Educador aposentado da Fundacentro 

- Membro do Conselho Editorial da Revista Proteção

2) RISCOS PSICOSSOCIAIS EM SST NO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES 

➡️ LAURA PEDROSA CALDAS 

- Doutora e mestra em Psicologia Clínica, com linhas de pesquisa sobre riscos psicossociais e assédio no trabalho

- Docente convidada pela Justiça do Trabalho para formação de magistrados ingressantes

- Psicóloga perita do Tribunal Regional do Trabalho da 6a Região 

- Psicóloga de saúde e segurança do trabalho da Eletrobrás/Chesf (2002-2023)

📌 DURANTE O EVENTO:

 ✅ Sorteio de brindes

✅ Parcerias institucionais

✅ Filiação ao SINDITEST-PE

✅ Networking

 📌 ENTRADA FRANCA !

Oportunidade única para fortalecer conhecimentos, ampliar sua rede de contatos e contribuir para a cultura da prevenção, saúde e segurança no trabalho. Garanta já a sua presença e se inscreva.

Link de acesso ao site

https://feiraprevenor.com.br/

Acidente de trabalho causado por choque elétrico.

Por Laercio Silva

Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional.

Eletricista morto eletrocutado fez vídeo pouco antes de morrer, em João Pessoa.

Poucos instantes antes de sofrer uma descarga elétrica fatal, um operário registrou um vídeo que mostrava a altura do telhado onde realizara uma manutenção na manhã desta quarta-feira (8), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. Durante a realização do trabalho o eletricista Jefferson Soares Silveira, de 45 anos, foi a vítima ele foi atingido por uma forte corrente elétrica e veio a falecer. Após o acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), foi constatado a morte ainda no local.

As circunstâncias do acidente e as condições de segurança da atividade agora serão investigadas pela perícia técnica.

Trabalhador morre após sofrer descarga elétrica e cair de 6 metros em obra na Santa Rita PB.

Durante a construção de um imóvel em Santa Rita nesta quarta-feira (8), um trabalhador sofreu um choque elétrico e acabou caindo de cerca de seis metros e bateu a cabeça na calçada. A perícia constatou sinais compatíveis com descarga elétrica e trauma decorrente da queda. A vítima, Marcos Antônio de Lima, de 49 anos, faleceu ao segurar um vergalhão que tocou em um fio de alta tensão. Segundo o Samu, a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico. Moradores ouviram um estrondo e o fornecimento de energia foi suspenso. Esta foi o segundo acidente por descarga elétrica na região da Grande João Pessoa. A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência e, ao chegar, encontrou Marcos já sem vida.

Pai e filho morrem eletrocutados na cidade de Aparecida no sertão paraibano.

Na manhã desta terça-feira (07) Pai e filho morreram eletrocutados após uma tragédia envolvendo um fio de alta tensão que se desprendeu e encostou no portão de uma residência. O acidente mobilizou equipes de emergência e chocou moradores da região. De acordo com as informações, o pai recebeu a descarga elétrica ao tocar no portão. Na tentativa de ajudá-lo, o filho também entrou em contato com uma estrutura energizada e acabou sendo atingido pela corrente elétrica. Ambos morreram no local. Especialistas alertam que, em situações semelhantes, o primeiro passo é desligar a energia elétrica antes de qualquer tentativa de socorro.  

quarta-feira, 8 de julho de 2026

ABEMEC-PB Associação dos Engenheiros Mecânicos e Industriais da Paraíba

Por Engenheira Carmem Eleonôra.

O presidente da Associação dos Engenheiros Mecânicos e Industriais da Paraíba (ABEMEC-PB) Maurício Timótheo reuniu-se com o Deputado Federal Raniery Paulino com o objetivo de discutir e alinhar propostas técnicas essenciais para a formulação do marco regulatório dos elevadores no Brasil.

O encontro também contou com a participação estratégica da presidente da Associação Paraibana de Engenheiras, Agrônomas e Geocientistas (APEAG) Carmem Eleonôra Amorim e de Laercio Silva presidente da Associação dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado da Paraíba (ASTEST PB), fortalecendo a representatividade e a união do sistema profissional da engenharia regional diante do pleito legislativo.

Durante a reunião, as lideranças defenderam que a legislação nacional unifique e padronize as regras de conservação e transporte vertical, com legislação pertinente.

Destacado que o   Projeto de lei 6125/2013 cobrando a obrigatoriedade da manutenção preventiva mensal, aprovado este ano na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

Como prioridade técnica e de segurança pública, a ABEMEC-PB pleiteou que a responsabilidade por laudos, instalações e vistorias seja uma prerrogativa de engenheiros mecânicos habilitados e registrados no CREA e que se crie um cadastro nacional. 

Durante a oportunidade, foi destacado o pioneirismo histórico do parlamentar ser lembrado que o deputado Raniery Paulino foi o autor da Lei de Inspeção Predial da Paraíba (Lei Estadual 10.004/2013 sinalizando que a primeira legislação sobre o tema no país surgiu justamente no estado paraibano.

O deputado elogiou o trabalho desenvolvido pela associação e salientou que estaria a disposição tanto para interceder sobre a tramitação dos projetos de lei sobre a matéria ou protocolar um projeto de lei federal instituindo o Marco Regulatório Nacional dos Elevadores, garantindo que toda a operação predial e condominial esteja em perfeita conformidade com as rígidas diretrizes técnicas das normas.

 A articulação junto ao parlamentar paraibano busca impulsionar a aprovação desse conjunto de medidas na Câmara dos Deputados, mitigando falhas e reduzindo drasticamente os riscos de acidentes.

Na oportunidade, o presidente Maurício Timótheo convidou formalmente o deputado Raniery Paulino para participar do Seminário Paraibano sobre Elevadores, evento técnico setorial que será realizado no mês de novembro.

Registro fotográfico e vídeo.


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