domingo, 4 de outubro de 2026
sábado, 3 de outubro de 2026
Guerreiras do Brasil
Nossa amiga Amanda
faleceu vítima de um grave acidente de trânsito.
A frieza dos
números se transforma em rosto, uma dor profunda quando recordamos de
trabalhadoras como Amanda Ferreira de Lima, que era uma participante ativa da
Associação de Motogirls e Entregadoras da Paraíba e do Coletivo de Motogirls JP –
Trabalhadoras por Aplicativo de João Pessoa.
Para Amanda
Por Laercio Silva
Embora muitos lamentem, ele está sempre
brilhante!
Os ventos relembram sua coragem, quente e ousada, seu trabalho vital fez
corações cansados baterem.
Sob chuva e sol, ela carregou a esperança
consigo, uma irmã da estrada, firme e livre;
agora os pássaros elevam seu nome em cânticos de gratidão, e as flores guardam
seu riso na árvore.
A terra não esquece as mãos firmes,
nem silencia aquela que iluminou a cada quilômetro;
sua memória cavalga a brisa, gentil e corajosa,
uma luz que transforma nossa tristeza em sorriso.
Que o amanhecer, com suas cores vibrantes, comece — Amanda floresce para sempre no coração.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Acidentes com motociclistas
Por Laercio Silva
Jornalista DRT
0003919, especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e
higienista ocupacional.
Os acidentes
envolvendo motocicletas na Paraíba continuam a ocorrer de forma grave,
destacando os perigos presentes no trânsito estadual. Os dados estatísticos que
consideram apenas os acidentes atendidos em dois hospitais não levam em conta
outros incidentes não registrados, indicando que o número real é muito maior.
Para obter uma
estimativa mais precisa do total de ocorrências no estado, os dados dos
hospitais de referência são reunidos pela Secretaria de Estado da Saúde
(SES-PB) e divulgados às segundas-feiras.
Registros
referentes ao final de semana de 25 a 27 de setembro 2026.
Hospital de
Emergência e Trauma de Campina Grande: Foram registrados mais de 65
atendimentos a vítimas de acidentes de motocicleta.
Hospital de
Emergência e Trauma de João Pessoa: Historicamente, a unidade registra uma
média entre 80 e 100 atendimentos de vítimas de motocicleta aos fins de semana.
Setembro de 2026, nossa amiga Amanda
faleceu vítima de um grave acidente de trânsito.
A frieza dos
números se transforma em rosto, uma dor profunda quando recordamos de
trabalhadoras como Amanda Ferreira de Lima, que era uma participante ativa da
Associação de Motogirls e Entregadoras da Paraíba e Coletivo de Motogirls JP –
Trabalhadoras por Aplicativo de João Pessoa.
Eco aterrorizante.
Na Paraíba a
cada 22 minutos, uma pessoa chega a um hospital de emergência gravemente ferida
devido à violência no trânsito. A cada 25 minutos, um motociclista se envolve
em um acidente de trânsito que exige atendimento hospitalar. Segundo boletins
oficiais da Secretaria de Saúde do Estado, esses números representam cadeiras
vazias à mesa do jantar, pais e mães que saíram para trabalhar e retornaram em
uma cadeira de rodas ou caixão, maioria de jovens cujos planos de vida foram
brutalmente interrompidos. Nos sete primeiros meses do ano, os dois principais
hospitais públicos de trauma na Paraíba, o Hospital de Emergência e Trauma
Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, e o Hospital Dom Luiz Gonzaga
Fernandes, em Campina Grande, registraram um total de 13.848 atendimentos
relacionados a acidentes de trânsito. Desses casos, os motociclistas
representam a maioria dolorosa: 11.893 vítimas, ou seja, 85,8% de todos os
atendimentos por acidentes nesses hospitais.
Ocorrências de acidentes e mortes.
João Pessoa: Um motoboy de 40 anos faleceu choque carro e moto,
Campina Grande: Duas pessoas ficaram feridas após a moto em que estavam cair
dentro de um canal,
Santa Rita: Um motociclista de 50 anos, morreu em um grave acidente carro e
moto.
Conde: Uma mulher morreu no local e um homem ficou ferido.
Sertão: Registrado acidente fatal envolvendo carro e moto no trecho
entre Sousa e São Gonçalo.
Cariri: Colisão entre duas motocicletas deixou dois mortos e um feridos
levados ao Trauma de Campina Grande.
Interior e
Rodovias: Acidentes em rodovias estaduais, como duas
colisões com animais na pista (registradas em trechos como Esperança e Areial
PB) e registro de três quedas, que mobilizaram equipes de resgate no Agreste e
Sertão paraibano.
Principais
Fatores de Risco
Imprudência: O excesso de velocidade e a desatenção lideram as causas de
sinistros.
Equipamento de
proteção: A falta de uso de equipamentos de proteção
por motociclistas aumenta drasticamente o risco de lesões graves e morte no
trânsito.
Animais na
pista: A presença de animais soltos em rodovias
estaduais representa perigo constante para quem pilota.
Riscos e
Consequências da falta de proteção: Fraturas graves,
escoriações profundas e lesões permanentes e mortes.
Aumento de
sequelas traumas faciais: Cerca de 45% dos impactos
em acidentes de moto ocorrem na região do rosto.
Vulnerabilidade
física: Sem uma carcaça de proteção, o corpo do
motociclista absorve diretamente o impacto de colisões e quedas no asfalto.
No Brasil:
Líder em
proporção/taxa: O Piauí registra que
cerca de 72,7% das mortes no trânsito no estado envolvem motocicletas, a maior
taxa proporcional do país.
Segundo
colocado: O Ceará aparece logo em seguida como o
segundo estado com mais acidentes proporcional de mortes de motociclistas no
trânsito.
Rodovias
federais: Em termos de números absolutos de
ocorrências em estradas federais em períodos específicos (como no primeiro
semestre de 2026), estados de grande malha viária como a Bahia também registram
picos expressivos de registros e óbitos contabilizados pela Polícia Rodoviária
Federal (PRF).
Atlas da Violência 2026: Divulgou que, em 2024, o Brasil registrou 15.459 mortes envolvendo motocicletas, o que representa 41,6% de todos os óbitos no trânsito do país dados até agosto.
Dados de operações
e apreensões motocicletas na PB:
Não há um número exato e atualizado em tempo real referente à quantidade total de motos apreendidas na Paraíba. No entanto, dados parciais de operações realizadas pela Polícia Militar do estado apontam para milhares de apreensões ao longo do ano, principalmente por causa de escapamentos adulterados e infrações de trânsito. Nos primeiros oito meses desse um ano, conforme o balanço divulgado pela Operação Randandan do BPTran, aproximadamente 3,5 mil motos foram apreendidas por utilizarem canos de descarga barulhentos ou modificados. Ações específicas e realizadas nos finais de semana também resultam na apreensão de dezenas de veículos em uma única operação, como por exemplo, 40 motos recolhidas em Campina Grande ou 45 em Cubati durante ações pontuais.
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A prevenção da saúde no
ambiente de trabalho é o pilar de uma empresa forte, segura e humana.
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Sinais
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Desmistificando
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quinta-feira, 1 de outubro de 2026
PMOC - Plano de Manutenção, Operação e Controle
Por Laercio Silva
Jornalista DRT
0003919, especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e
higienista ocupacional.
Pergunta enviada
para o nosso Blog: É possível aplicar o PMOC em veículos particulares ou de
empresas?
O PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) nº 13.589/2018 e a Portaria nº 3.523/1998 do Ministério da Saúde determinam a obrigatoriedade do PMOC para ambientes climatizados em edificações e recintos fechados de uso coletivo.
Automóveis particulares,
ônibus ou frotas de passeio não entram nessa exigência legal de laudos técnicos
padronizados pelo PMOC.
As frotas de
transporte coletivo de passageiros (como ônibus urbanos e rodoviários) possuem
normas específicas de higienização e controle de qualidade do ar estipuladas
por agências de transporte ou vigilância sanitária estadual.
As normas de
higienização existem para garantir a saúde e a segurança dos passageiros que
utilizam transporte coletivo com ar-condicionado. A ANTT Agência Nacional de
Transportes Terrestres é responsável pelo transporte rodoviário interestadual e
internacional de passageiros, exige que as empresas realizem uma desinfecção
rigorosa de suas frotas, seguindo métodos aprovados pelas autoridades
sanitárias. O não cumprimento dessas regras pode levar à apreensão dos
veículos, aplicação de multas ou suspensão das licenças. Órgãos e secretarias
estaduais de transporte devem monitorar as frotas de linhas estabelecendo
diretrizes operacionais, no uso do ar-condicionado e a manutenção preventiva.
As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem realizar inspeções nas
garagens e terminais rodoviários, solicitando laudos de higienização do ar e
verificando o descarte adequado dos filtros contaminados. No transporte urbano,
as autarquias municipais definem os requisitos técnicos dos ônibus e podem
realizar testes microbiológicos para assegurar a proteção da saúde pública.
Veículos particular:
A manutenção do
sistema de ar-condicionado de veículos particular vai muito além do simples
conforto térmico ou da eliminação de odores desagradáveis, sendo fundamental
para a saúde e a biossegurança, ajuda na eficiência do funcionamento do carro.
A contaminação
do sistema de ar devido à combinação de poeira e fuligem de combustível gera um
efeito sinérgico prejudicial que aumenta a gravidade de crises alérgicas e
respiratórias. Quando as micropartículas de fuligem, especialmente o carbono
proveniente de motores a diesel, entram na atmosfera, liberam partículas
menores que penetram profundamente nos alvéolos pulmonares agravando condições
como asma, rinite e bronquite, além disso, essa contaminação pode facilitar a
entrada de ácaros, fungos, bactérias e vírus, cuja inalação frequente pode
contribuir para o desenvolvimento ou adensamento de doenças. A troca do filtro
é fundamental, pois ele atua como uma barreira física que retém poeira e
fuligem de combustível, um filtro saturado reduz o fluxo de ar e passa a ser
uma fonte de contaminação com o acúmulo de sujeira na serpentina do evaporador
e nos dutos obrigando o compressor a trabalhar por mais tempo e com maior
esforço, elevando o consumo de combustível e acelerando o desgaste do
equipamento.
Importante informação.
Durante viagens longas com
ar-condicionado, é importante abrir os vidros do veículo de vez em quando para
garantir a circulação de ar fresco. Isso ajuda a evitar a sonolência causada
pelo acúmulo de CO², que pode levar a acidentes de trânsito.
O acúmulo de dióxido de
carbono (CO²) em um veículo fechado com o ar-condicionado ligado pode
facilmente dobrar ou triplicar em poucas horas de viagem. Esse fenômeno reduz a
oxigenação do cérebro, provocando:
- Sonolência e bocejos frequentes
- Queda no tempo de reação e reflexos lento
- Dores de cabeça e perda de foco na estrada.
terça-feira, 29 de setembro de 2026
Os profissionais de SESMT devem assumir o seu protagonismo
Por José Augusto Filho
Leiam na íntegra: Compete aos SESMT) Os profissionais que compõem os Serviços Especializados em Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT - NR 4, devem ocupar um papel central e ativo no gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo gestão dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho (GRO / NR 17), cujas ações são fundamentais para o desenvolvimento destes gerenciamentos juntos as empresas, contando com a experiência acumulada, conhecedores dos processos industriais e operacionais, organização do trabalho, sobre a forma que os trabalhos e operações são realizados, sendo atores centrais nesta gestão, juntamente com a equipe multidisciplinar organizada pela empresa, como por exemplo, RH, Jurídico, indicados pela Alta Direção, membro da CIPA e de Assédio, Produção, Manutenção, Engenharia Industrial, ajuda externa, e de outros, dependendo da estrutura que ela possui. O sistema de gestão trabalhista (GRO / PGR), que é um novo modelo na área de SST que impera no país desde março de 2020, está alinhado à nova NR-1, como todos sabem, incluindo de uma forma implícita a inclusão de uma SST mais humanizada, com a participação, consulta e comunicação junto a todos os trabalhadores, considerando também a percepção de riscos ocupacionais, por parte deles, onde a psicologia organizacional e a ergonomia cognitiva se destacam dentro deste processo de gestão, comprovadamente. Para que este protagonismo ocorra, há a necessidade urgente, que todos os profissionais de SESMT se atualizem na sua atuação profissional com as novas metodologias, diretrizes em segurança psicológica (exemplo, ISO 45003:2021), de novas ferramentas introduzidas. Prepará-los, por meio de cursos de capacitações, atualizações técnicas, literatura específica deste tema, rodas de conversas e intercâmbio profissional é fundamental, para que possam possuir a compreensão, intepretação correta dos requisitos legais e técnicos exigidos, vindo entender realmente, como funciona os mecanismos de um sistema de gestão, necessidade na realização deste trabalho de forma correta e segura, exigindo controles mais estruturados; para que as empresas e os próprios membros do SESMT, não fiquem vulneráveis às fiscalizações do MTE, MPT e sindicatos, seja trabalhando no SESMT de uma empresa ou nas Consultorias em SST e/ou Clínicas Médicas. As notícias sobre a fiscalização do GRO PGR (2025 / 2026) pelos Auditores Fiscais do Trabalho, não são nada animadoras! Apesar dos adiamentos, a Auditoria Fiscal utiliza o período de transição para testar a consistência dos sistemas atuais, pois intensificaram a fiscalização por todo o país sobre a gestão de riscos ocupacionais, e nas auditorias nas documentações (PGR - Inventários de Riscos, Plano de Trabalho). Detectaram inúmeras ausências de metodologias cientificamente aprovadas e reconhecidas na Gestão dos Riscos). Consulta-nos: augustomehana2@gmail.com ou whatsapp: 11 993208637.
Menos afastamentos, mais canteiros ativos.
Por Laercio Silva
Jornalista DRT 0003919,
especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista
ocupacional.
Evento no SINDUSCON
JP dia 05. 11 às 16h00.
Elaine Dantas,
CEO da CARVO e embaixadora ESG Pro Brasil, é uma especialista em fatores
humanos, prevenção de riscos psicossociais, ergonomia e perita judicial. Seu
trabalho visa reduzir os afastamentos, manter as empresas ativas e garantir
retorno financeiro.
Diminuição de despesas
diretas com afastamentos e encargos: A legislação trabalhista determina que a
empresa pague o salário completo ao funcionário durante os primeiros 15 dias de
afastamento devido a acidente ou doença. Ademais, em situações de acidentes de
trabalho, a empresa deve continuar efetuando o recolhimento do FGTS durante
todo o período de afastamento e assegurar uma estabilidade de 12 meses ao
empregado após seu retorno. Minimizar acidentes de trabalho ajuda a evitar
passivos inesperados no fluxo financeiro da empresa.
Redução da Taxa
do FAP (Fator Acidentário de Prevenção): O FAP atua como um multiplicador
aplicado à taxa do RAT (Riscos Ambientais do Trabalho), que na construção civil
geralmente é de 3% sobre o total da folha de pagamento. Uma obra com alta
incidência de acidentes apresentará um FAP próximo a 2,0, elevando o custo para
6% da folha. Por outro lado, um canteiro de obras que mantém uma rotina segura
e sem afastamentos terá um FAP em torno de 0,5, diminuindo o encargo para 1,5%
da folha de pagamento.
É essencial
preservar a produtividade e eliminar custos ocultos. Os afastamentos por
acidentes geram custos indiretos que podem ser de 4 a 10 vezes maiores do que
os custos diretos. Paradas na produção, custos de contratação emergencial,
danos ao patrimônio e outros custos podem ser evitados com a prevenção de
acidentes. Para evitar passivos trabalhistas, cíveis e multas administrativas,
a empresa deve cumprir as normas regulamentadoras, como por exemplo as NR-18 e
NR-35, para evitar embargos de obras, interdições de máquinas e multas. O INSS
pode aplicar ações regressivas acidentárias contra empresas que negligenciam a
segurança dos trabalhadores, resultando em processos por danos morais e
estéticos.
Acessos para inscrições, ingresso 1 kg de alimento
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScz6SlHHlhR0MPWf-arH560aa6GjwbX5rXWd9hOG62BWL-9Sg/viewform