O presidente da
Associação dos Engenheiros Mecânicos e Industriais da Paraíba (ABEMEC-PB) Maurício
Timótheo reuniu-se com o Deputado Federal Raniery Paulino com o objetivo
de discutir e alinhar propostas técnicas essenciais para a formulação do marco
regulatório dos elevadores no Brasil.
O encontro também contou
com a participação estratégica da presidente da Associação Paraibana de
Engenheiras, Agrônomas e Geocientistas (APEAG) Carmem Eleonôra Amorim e de
Laercio Silva presidente da Associação dos Técnicos de Segurança do Trabalho do
Estado da Paraíba (ASTEST PB), fortalecendo a representatividade e a união do
sistema profissional da engenharia regional diante do pleito legislativo.
Durante a reunião, as
lideranças defenderam que a legislação nacional unifique e padronize as regras
de conservação e transporte vertical, com legislação pertinente.
Destacado que o
Projeto de lei 6125/2013 cobrando a obrigatoriedade da manutenção
preventiva mensal, aprovado este ano na Comissão de Constituição e
Justiça da Câmara dos Deputados.
Como prioridade técnica e
de segurança pública, a ABEMEC-PB pleiteou que a responsabilidade por laudos,
instalações e vistorias seja uma prerrogativa de engenheiros mecânicos
habilitados e registrados no CREA e que se crie um cadastro nacional.
Durante a oportunidade,
foi destacado o pioneirismo histórico do parlamentar ser lembrado que o
deputado Raniery Paulino foi o autor da Lei de Inspeção Predial da Paraíba (Lei
Estadual 10.004/2013 sinalizando que a primeira legislação sobre o tema no país
surgiu justamente no estado paraibano.
O deputado elogiou o
trabalho desenvolvido pela associação e salientou que estaria a disposição
tanto para interceder sobre a tramitação dos projetos de lei sobre a matéria ou
protocolar um projeto de lei federal instituindo o Marco Regulatório Nacional dos
Elevadores, garantindo que toda a operação predial e condominial esteja em
perfeita conformidade com as rígidas diretrizes técnicas das normas.
A articulação junto
ao parlamentar paraibano busca impulsionar a aprovação desse conjunto de
medidas na Câmara dos Deputados, mitigando falhas e reduzindo drasticamente os
riscos de acidentes.
Na oportunidade, o
presidente Maurício Timótheo convidou formalmente o deputado Raniery Paulino
para participar do Seminário Paraibano sobre Elevadores, evento técnico
setorial que será realizado no mês de novembro.
Recebemos a confiança dos
profissionais e temos a alegria de compartilhar que nossa chapa foi 100% eleita
para conduzir o Confea, CREA-PB e a Mútua-PB.
Essa vitória não pertence
a uma pessoa, mas a todos que acreditaram em um projeto construído com diálogo,
trabalho, compromisso e respeito à nossa profissão.
Agradeço, de coração, a
cada profissional que participou desse processo democrático, aos amigos,
familiares, colegas e apoiadores que caminharam conosco durante toda essa
jornada.
A responsabilidade
aumenta ainda mais. Agora é tempo de honrar cada voto recebido com muito
trabalho, transparência e dedicação em defesa da Engenharia, da Agronomia, das
Geociências e de todos os profissionais do nosso Sistema.
Parabéns aos colegas
Vinicius Marchese, Paulo Laércio, Alynne Pontes e Orlando Gomes por essa
importante conquista. Tenho certeza de que faremos uma gestão de diálogo, união
e resultados.
“Maurício
Timótheo, presidente da ABEMEC PB, comunica, estamos começando os
preparativos em parcerias com apoio CONFEA, MÚTUA, CREA PB, AEST PB e Blog Laercio Silva, para realizar o Seminário Paraibano de Elevadores. As primeiras decisões já estão sendo feitas, o evento está
marcado para os dias 18 e 19 de novembro de 2026, no Auditório do SEBRAE em
João Pessoa, PB. A segurança
é fundamental ao utilizar esses dispositivos de transporte vertical.
Atualmente, esse tipo de locomoção é o mais empregado pela sociedade, tanto em
residências quanto em estabelecimentos comerciais, incluindo edifícios privados
e públicos".
Na foto, Syrlei
Feitosa (ABELL - Associação Brasileira das Empresas de Elevadores), Eunice
Rique (Gerente de negócios Sicoob Centro Nordeste), Maurício Timótheo (ABEMEC/PB
- Associação de Engenheiros Mecânicos e Industriais da Paraíba) e Hailton do Ó
(Gerente Agência Mangabeira Sicoob),
A ABEMEC/PB
Associação de Engenharia Mecânica e Industrial da Paraíba, tem como
objetivo impulsionar o avanço tecnológico e científico, além de atuar na
defesa, valorização e fortalecimento das atividades técnicas, científicas,
institucionais e associativas relacionadas à Engenharia Mecânica. Busca também
estimular a formação de futuras lideranças profissionais e promover maior
integração entre as instituições de ensino superior e a comunidade.
A
participação dos estudantes em formação nesse processo contribuirá para o
fortalecimento institucional da entidade e futuros sócios efetivos tornando profissionais
legalmente habilitados.
Jornalista
especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista
ocupacional.
A empresa chinesa de
eletrodomésticos está sendo acusada de gestor chinês da fábrica da Midea ter agredido
um funcionário, com socos e chicotada com borracha de vedação de geladeira,
durante o expediente de trabalho. Segundo a empresa houve o episódio entre o
gestor e um colaborador brasileiro em suas instalações. A empresa chama o caso
de "incidente" e nega a chicotada, diz em nota que o ocorrido foi
diferente do que vem sendo relatado e afirma que afastou o gestor.
O operador agredido Laércio
Diego Maia, explicou que o item utilizado na chicotada é feito de PVC com ímã e
pode pesar entre um quilo e um quilo e meio quando finalizado.
A agressão aconteceu em
15 de junho e gerou protestos dos trabalhadores na unidade, que conta com cerca
de 1.200 empregados. O Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre MG afirma que
essa foi a última de uma série de reclamações sobre assédio moral e condições
precárias de trabalho e que a empresa tem a obrigação de preservar a
segurança, a integridade e o respeito no ambiente de trabalho.
Jornalista
especializado em segurança no trabalho, Blaster, ergonomia aplicada e
higienista ocupacional.
Grandes pedras foram
lançadas para fora da área planejada devido a uma explosão na construção da
transposição do Rio São Francisco.
Uma detonação de rochas
com explosivos no Ramal do Apodi, em Uiraúna (Sertão paraibano), lançou
fragmentos fora da área prevista em 22 de junho de 2026. O incidente atingiu 45
casas no bairro Retiro, causando destruição de paredes e telhados, mas ninguém
ficou ferido, pois a área havia sido previamente evacuada e os imóveis próximos
encontravam-se desocupados no momento da detonação. O Ministério da Integração
e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e a construtora responsável iniciaram
vistorias para medir os estragos e providenciaram abrigo para as famílias
desalojadas, moradores que não puderam retornar para casa foram realocados em
hotéis e pousadas, foi aberto processo administrativo para investigar a falha
técnica, para ver como ficaram as residências logo após o desmonte das rochas na obra, com uma detonação com explosivos de grande impacto, órgão e empresa
prometeram as assistências de danos materiais (com telhados quebrados, paredes
atingidas e prejuízos materiais diversos). Veículos também foram danificados.
O Ministério da
Integração e do Desenvolvimento Regional abriu um processo administrativo para
apurar as causas com vistorias de segurança.
Para conferir, registros em vídeo reportagem mostrando o impacto dos fragmentos de rocha nos imóveis.
O Ministério também
informou que as escavações em rochas com utilização de explosivos são
necessárias para implantação dos canais do Ramal do Apodi. As denotações
acontecem após evacuação prévia de áreas próximas, e por isso todos os imóveis
estavam desocupados e nenhuma pessoa ficou ferida.
Infelizmente, na Paraíba,
há poucos profissionais de prevenção com a qualificação necessária para atuar
como Blaster. Tenho o curso na época ministrado pelo Exército Brasileiro,
trabalhei em grandes construtoras, onde adquiri experiência na construção de
estradas, pontes e pedreiras. Fui responsável por treinamentos das equipes, transporte
de equipamentos e materiais explosivos, além de cuidar do estoque e
armazenamento em paiol.
Não tenho certeza do que
ocorreu em Uiraúna; talvez tenha sido uma carga excessiva de explosivos, perdendo
o controle de dispersão de fragmentos, uma amarração do cordel para orientar a
desmontagem, erros no cálculo do tempo de retardo entre as cargas ou na
geometria dos furos podem concentrar a energia na direção errada ou a ausência
de abafamento do fogo, poderiam ter sido utilizado pneus com areia no interior que
não permite que os fragmentos escapem livremente pelo ar em alta velocidade e/ou
utilizando o “fogacho” tecnicamente na mineração como um pequeno explosivo ou
fogo secundário para fragmentar pedras.
O Blaster (ou operador de
detonação/cabo de fogo) é o profissional técnico responsável por planejar,
preparar e executar detonações controladas com explosivos. Ele atua
principalmente na mineração, construção civil e demolições estruturais para
fragmentar rochas ou derrubar edificações com segurança.
Principais Atribuições
Planejamento: Avalia o
local e a geologia para elaborar o "plano de fogo", definindo a
quantidade, tipo e posicionamento exato dos explosivos.
Manuseio e Montagem:
Prepara os explosivos, instala detonadores e organiza as sequências e tempos de
disparo.
Segurança e Isolamento:
Garante o cumprimento rigoroso de normas (como as do Exército Brasileiro e
Polícia Civil), isola a área e comanda o momento da detonação.
Inspeção: Verifica se a
detonação ocorreu conforme o planejado e se não há falhas ou riscos residuais
no local.
Para entender melhor a
rotina de planejamento e os cuidados rigorosos tomados antes de uma grande
implosão:
O Blaster (ou
técnico em detonação) é o profissional altamente especializado e
habilitado responsável por inspecionar, preparar e conduzir atividades com
explosivos. Atuando principalmente nos setores de mineração, pedreiras e
construção civil, seu objetivo é realizar o desmonte de rochas de maneira
segura e eficiente.
Formação e Certificação
Para atuar na área, o
profissional deve possuir formação prévia em áreas como engenharia, geologia,
mineração ou segurança do trabalho, e concluir um curso de capacitação
credenciado.
O treinamento engloba:
Conhecimento em tipos de
explosivos e acessórios de detonação.
Técnicas e cálculos de
plano de fogo.
Normas ambientais e de
segurança.
Legislação rígida do
Exército Brasileiro e da Polícia Civil.
A certificação oficial é
concedida após testes práticos e teóricos que comprovam a aptidão do
profissional.
Onde Atuar e
Responsabilidades
Além da mineração
tradicional, o Blaster também atua em demolições, escavações em áreas urbanas,
mineração subterrânea, subaquática e em eventos de grande porte
(pirotecnia).
Suas principais
atribuições incluem:
O cálculo exato para o
desmonte seguro de rochas.
A montagem da rede de
detonação.
A definição da quantidade
exata de explosivos a ser utilizada.
A liderança do processo
de evacuação e detonação na área de risco.
Em 2010, acidente com
explosivo em Sertânia PE, ocorreu na obra de transposição do São Francisco,
resultando na morte de pelo menos 3 trabalhadores e deixando outros dez feridos.
Jornalista especializado em segurança no trabalho,
ergonomia aplicada e higienista ocupacional.
O Instituto
Brasileiro de Direito de Trânsito (IBDTrânsito) participou
do Seminário Mulheres em Movimento em Curitiba/PR, importante espaço de diálogo
e reflexão sobre mobilidade, segurança viária, liderança e protagonismo
feminino. O evento reuniu especialistas, gestoras públicas, professores e
profissionais de diversas regiões do país onde debateram os desafios e as
oportunidades relacionados à participação das mulheres na construção de um
trânsito mais seguro, humano e inclusivo.
O evento
destacou a capacidade das mulheres de liderar, educar, inovar e transformar
realidades, inspirando novas gerações e ampliando a participação feminina nos
espaços de decisão.
Mulheres em
Movimento foi um evento que proporcionou aprendizado, troca de experiências e
fortalecimento da luta das mulheres em todo o Brasil. A AMEN-PBAssociação de Motogirls e
Entregadoras da Paraíba, brilhantemente representada pela presidente Mirian de
Araújo Confessor, levou as demandas das motogirls, entregadoras e trabalhadoras
da Paraíba, contribuindo com pautas que representam mulheres de diversas
regiões do país; “Retornamos com a convicção de que, quando as mulheres se
unem, compartilham suas experiências e constroem soluções juntas, avançamos na
conquista de direitos, oportunidades e reconhecimento. Agradecemos a todas as
pessoas, organizações e instituições que tornaram este evento possível. Cada
momento foi crucial para fortalecer vozes, criar conexões e impulsionar
mudanças. Continuamos firmes, em movimento e na luta por mais respeito,
inclusão, segurança e protagonismo para todas as mulheres!” Afirmou a
presidente Miriam.
O
IBDTrânsito agradeceu à SENATRAN pelo convite e a realização de um evento de
elevado nível técnico e institucional, que proporcionou importantes reflexões
sobre o presente e o futuro da mobilidade brasileira, IBDTrânsito reafirmou seu
compromisso com o projeto Elas à Frente do Trânsito, valorizando a liderança
feminina na evolução da mobilidade e segurança viária no Brasil.
O SENATRAN é
o órgão máximo executivo do Sistema Nacional de Trânsito, e tem autonomia
administrativa e técnica, e jurisdição sobre todo o território brasileiro.
Sua sede é em Brasília DF. A Secretaria Nacional de Trânsito tem como
objetivo principal fiscalizar e fazer cumprir a legislação
de trânsito e a execução das normas e diretrizes estabelecidas
pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, a Secretaria
possui a atribuição de coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito na
execução da Política Nacional de Trânsito.
Encenação de Cordel em
praça pública e música marcam evento encerrado com pit stop e adesivagem de
veículos no Centro da cidade
O Ministério Público do
Trabalho na Paraíba (MPT-PB) lançou na tarde desta quarta-feira (17), no
'Terreirinho do Forró', em Patos, no Sertão paraibano, a Campanha 2026 de
Prevenção e Combate ao Trabalho Infantil no São João. A encenação teatral do
Cordel “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil” por crianças e adolescentes do
Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos dos Centros de Referência e
Assistência Social (CRAS) de Patos marcou o evento em praça pública, no Centro
da cidade. O lançamento foi encerrado com pit stop e adesivagem de veículos.
A edição 2026 da Campanha
de Combate ao Trabalho Infantil no São João tem como mote o Cordel que aborda,
em uma linguagem acessível e regional, a exploração do Trabalho Infantil no
ambiente digital e no futebol. O Cordel traz, de forma cultural e pedagógica,
caso emblemático da Paraíba de exploração do trabalho infantil nas redes
sociais. A história se passa no ambiente escolar e acontece no período junino.
O Cordel é assinado pela poetisa Anne Karolynne.
A Campanha é realizada em
parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação da Prefeitura
de Patos, com o Instituto Paraibano de Prevenção e Erradicação do Trabalho
Infantil (IPPETI), o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
(Fepeti-PB) e várias instituições da Rede de Proteção à Infância que integram
essa ação no São João. O evento reuniu autoridades, integrantes de órgãos
parceiros, a rede de proteção e a sociedade.
“A campanha é muito mais
do que um desenho e um Cordel. São diversas ações desenvolvidas ao longo do
período junino, de junho e julho. Essa iniciativa serve também para debatermos
e dialogarmos para que a sociedade tenha consciência cada vez mais sobre os
malefícios que o trabalho infantil ocasiona. Além da Campanha, durante os
festejos, várias atividades são realizadas pela ‘Rede de Proteção’, como pit
stop, buscas ativas, afixação de cartazes nos locais da festa, bares,
restaurantes, hotéis e pousadas. Além disso, os comerciantes da festa assinam
um termo onde informa que não podem utilizar mão de obra infantil e devem
obedecer a algumas obrigações. Ou seja, é um momento de fortalecer essa rede de
proteção, ressaltou o procurador do Trabalho Raulino Maracajá, coordenador
Regional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de
Crianças e Adolescentes do MPT na Paraíba.
O céu estava colorido de
bandeirolas e balões. Apresentações culturais deram o brilho ao evento.
Crianças e adolescentes do CRAS Mariana Alves apresentaram a peça teatral,
dando vida ao Cordel da campanha e reforçando a mensagem “Chega de Trabalho
Infantil”. Já meninas do CRAS Matheus Leitão, apresentaram um balé com músicas
regionais. A jovem Jêmilly Abdon cantou o jingle da campanha, acompanhada pelo
pai, o maestro Esdras e pelo músico Élcio do Acordeon.
‘Casa Menina Francisca’
A secretária de
Desenvolvimento Social e Habitação de Patos, Helena Wanderley, destacou que as
ações de prevenção e combate ao trabalho infantil são realizadas durante todo o
ano pela ‘Rede de Proteção’, mas são intensificadas no mês de junho, período marcado
pelo Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. “Nesse período dos festejos
juninos, a Prefeitura de Patos e toda a Rede de Proteção’ reforçam as
informações e orientações para as famílias e para a sociedade, fortalecendo
esse cuidado com as nossas crianças e adolescentes”, afirmou.
Helena também ressaltou a
importância da parceria com o Ministério Público do Trabalho e a implantação da
‘Casa Menina Francisca’, espaço criado para garantir proteção aos filhos de
trabalhadores que atuam durante o São João. “É mais um espaço de prevenção e
combate ao trabalho infantil, onde os filhos dos barraqueiros, catadores de
recicláveis e outros trabalhadores podem ficar em um ambiente seguro enquanto
suas famílias trabalham durante os festejos”, destacou.
Números preocupam
De cada 10 denúncias de
crimes na Internet, seis são de abuso e exploração sexual de crianças e
adolescentes, segundo a ONG SaferNet. A Paraíba tem aproximadamente 38 mil
crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, em situação de trabalho infantil,
segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Brasil, há
1,65 milhão de meninos e meninas nessa situação.
O trabalho infantil
impacta diretamente o direito à educação. Segundo o IBGE, entre crianças e
adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, 88,8% eram
estudantes, frente a 97,5% na população total da mesma faixa etária. A maior
diferença aparece entre adolescentes: de 16 e 17 anos, a frequência escolar cai
de 90,5% (população total) para 81,8% entre aqueles em situação de trabalho
infantil.