domingo, 21 de junho de 2026

Transportados inadequadamente cilindros causou uma forte explosão e morte

Por Laercio Silva

Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada, instrutor de bombeiro civil e higienista ocupacional. 

Com base nas informações que li em várias postagens nas redes sociais, farei algumas considerações antes da divulgação do laudo final dos peritos do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Civil. Utilizarei meu conhecimento na área de segurança e formação como instrutor de Bombeiro Civil para analisar o caso.

Informações que li sobre a dinâmica da explosão.

Um vazamento de gás acetileno pode ter causado a explosão de um carro que resultou na morte de Glácio de França Arcanjo, de 30 anos, na cidade de Sapé, na Paraíba, nesta quarta-feira (17). A hipótese foi levantada pelo Corpo de Bombeiros.

De acordo com os bombeiros, dois cilindros estavam dentro do carro e podem ter vazado o gás, um de acetileno e outro de oxigênio. Com a explosão, os cilindros foram arremessados para fora do veículo. “A explosão provavelmente ocorreu devido ao vazamento do acetileno, um gás inflamável, que ficou confinado dentro do carro no baú do Fiat Fiorino e gerou uma centelha ao abrir o baú causando a explosão”. disse o tenente Gláuco, do Corpo de Bombeiros.

Uma perícia está sendo realizada para determinar a causa exata da explosão. As casas da mãe e da esposa da vítima foram atingidas e temporariamente interditadas devido aos danos estruturais.

A explosão aconteceu na comunidade Sapucaia, em Sapé PB. Os bombeiros encontraram a vítima com ferimentos graves, sendo arremessada para dentro de uma residência devido à força da explosão. O veículo envolvido era uma Fiat Fiorino baú na cor branca, pertencente a uma empresa de bebidas alcoólicas que ficou completamente destruído.

Glácio foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Descrevo:

Os cilindros devem ser transportados em carrocerias metálicas abertas para evitar o acúmulo de gás, e em caso de incêndio o metal diminuir o risco da propagação do fogo, ter extintores de incêndio disponíveis, ferramentas de borracha com cabos de madeira ao usar evita atritos e fio terra que ajuda a evitar a formação de campos eletrostáticos. A carroceria deve ser sinalizada por placas universais, conforme determinação da UNO, que indicam o produto transportado por meio de cores e números, que servem para em caso de emergências, socorristas e bombeiros podem identificar e avaliar a distância os riscos intrínsecos, observando essas sinalizações. Os cilindros precisam estar apoiados em suportes com bases firmes, presos com correntes, sempre na posição vertical nunca na horizontal (deitados) para evitar pressão indevida sobre os manômetros e válvulas de segurança. O uso de capacetes de proteção nos cilindros é obrigatório durante o transporte, protegem os dispositivos de segurança.


O condutor deve ter 21 anos acima, possuir habilitação D ou E, curso de MOPP Movimentação Operação de Produtos Perigosos, uso de EPI equipamento de proteção individual, capacete, respirador, protetor facial luva, vestimenta antifogo, calçado preferencialmente sem componentes metálicos, equipamentos indicados por especialista.

O transporte inadequado de cilindros de gases inflamáveis e explosivos é uma infração grave que gera risco de explosão, asfixia ou incêndio. A operação exige veículos específicos, documentação rigorosa, cilindros separados para evitar incompatibilidade dos gases, os cilindros devem ser manuseados com carrinhos apropriados, evitando impactos ou quedas.

As principais regras e proibições que regem esse tipo de transporte incluem:

Proibido em veículos de passeio: O transporte em carros baú fechados (sem ventilação adequada), qualquer vazamento pode acumular o gás e causar uma explosão com a simples ignição da chave de partida do carro ou toque do celular em chamada.

Proibido o transporte com passageiros ou outras cargas: É terminantemente proibido transportar explosivos e gases simultaneamente com materiais incompatíveis, passageiros ou pessoas não autorizadas e sem habilitada à atividade.

Posição incorreta: Cilindros pressurizados devem ser mantidos sempre na vertical, presos com correntes e suportes. O transporte na horizontal pode danificar a válvula e transformar o cilindro em um projétil caso ela se rompa as válvulas, podendo ser arremessados com uma força destrutiva massiva em colisões ou freadas bruscas.

Falta de ventilação e sinalização: O veículo precisa ser aberto ou contar com ventilação natural/exaustão e placas de sinalização de perigo e indicação do produto na parte traseira e nas laterais.

Vazamento e Formação de Atmosfera Explosiva: Gases como o acetileno são inflamáveis. Se a válvula do cilindro for danificada durante o transporte sem a proteção adequada, o gás escapa, bastando uma simples faísca (ou o acionamento elétrico do veículo) para detonar.

Acúmulo de gás: Em um veículo fechado, qualquer microvazamento na válvula do cilindro ou nas mangueiras pode criar rapidamente uma atmosfera explosiva. Uma simples faísca elétrica (como a abertura de uma porta, o acionamento do alarme ou a ignição do carro) é suficiente para detonar o ambiente.

Intensificação de Combustão: O oxigênio em si não pega fogo, mas enriquece a atmosfera do ar, com ele faz com que qualquer material queime muito mais rápido, as reações químicas ficam aceleradas no processo de combustão.

Exposição Térmica: O calor do interior de um carro baú aumenta a pressão interna do cilindro, elevando o perigo de ruptura estrutural.

Fonte de Ignição: Qualquer energia térmica, faísca elétrica, atrito mecânico ou chama aberta eletricidade estática é capaz de atingir a temperatura de ignição da mistura. Quando o material combustível está disperso no ar (nuvem de poeira ou vapor) e encontra o oxigênio na faixa de inflamabilidade, o contato com uma fonte de ignição fecha o ciclo, provocando a detonação. 

Conclusão:

Devido ao espaço limitado no compartimento de armazenamento do veículo, é provável que os cilindros estivessem sendo transportados deitados, na posição horizontal. Isso pode ter causado atritos entre as cápsulas, rompimento das mangueiras ou até mesmo a abertura acidental dos manômetros, pois estavam sem o capacete de proteção. Isso poderia resultar na liberação acidental do gás sob alta pressão, "de acordo com informações, o veículo funcionava com GNV gás natural veicular o que agravou a situação". 

Vídeo reportagem

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Homenagem a ex-presidentes da ABEMEC PB

ABEMEC-PB (Associação Brasileira de Engenheiros Mecânicos - Seção Paraíba) é a entidade que representa, valoriza e defende os direitos dos profissionais de Engenharia Mecânica e Industrial no Estado. Ela atua ativamente na integração da categoria junto ao CREA-PB.

Origem e Fundação.

A associação possui uma forte raiz institucional no estado, criada por abnegados, com seu registro de atuação e formalização datada em 3 de junho de 2019. A entidade atua para congregar engenheiros (as), estudantes e profissionais de modalidades coligadas, promovendo a capacitação técnica e o avanço tecnológico na Paraíba.

O segmento da Engenharia Mecânica e Industrial se fortalece quando sua representatividade é bem estabelecida, o que permite defender suas demandas e reivindicações junto aos Conselhos Federais. A entidade foi fundada com o objetivo de preencher a lacuna de uma representação regional sólida para os profissionais das áreas mecânica e metalúrgica na Paraíba. Suas principais áreas de atuação incluem a representação profissional, o desenvolvimento técnico e a defesa da sociedade.

Clínica Diluz, pronta para acolher você e sua família com todo o cuidado que merecem

 

Siga a Empresa no Instagram https://www.instagram.com/diluz.oficial/ para saber mais sobre nossos serviços.

Nossa missão é acompanhar e apoiar cada criança e sua família, promovendo desenvolvimento, acolhimento e qualidade de vida em todas as fases dessa jornada. Para mais informações ou agendar um atendimento, entre em contato pelo WhatsApp: (83) 99633-8300.

Na Clínica Diluz, temos uma equipe multidisciplinar pronta para acompanhar o desenvolvimento infantil e adolescente, com profissionais de diversas áreas para oferecer um atendimento personalizado e focado nas necessidades de cada criança e família. Oferecemos serviços como psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicopedagogia, neuropsicologia, musicoterapia, análise comportamental, denver ATapoio pedagógico, diagnóstico parental e muito mais...

Agende uma avaliação e conheça a Diluz.

Rua Lindolfo Gonçalves Chagas nº 382 Bancários, João Pessoa PB. 

 Vídeo entrevista

Vídeo apresentação.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Simpósio da ABEMEC PB

 

Simpósio da ABEMEC PB, Associação Brasileira de Engenheiros Mecânicos e Industriais) presentes engenheiros, engenheiras, estudantes e brilhantes palestrantes apresentaram temas interessantes que me proporcionaram muito aprendizado.

Sob a liderança do presidente Engenheiro Mauricio Timotheo, o evento foi um enorme sucesso.

Por Laercio Silva

Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional. 

Palestra Qualidade do ar interior.


Com base nos pontos abordados nas palestras do Engenheiros Mecânicos Osny do Amaral e José Luiz, Baseadas no Plano Nacional de Qualidade do Ar Interior (PNQAI), preparei uma matéria jornalística estruturada e uma proposta de ações e periodicidade para o PMOC.

Invisível, mas Vital: Engenheiros Alertam para o Impacto da Qualidade do Ar Interior na Saúde e Produtividade.

A qualidade do ar em ambientes fechados vai muito além do mero conforto térmico.

Em recente exposição, o engenheiro especializado atuante na prática do Plano Nacional de Qualidade do Ar Interior (PNQAI), trouxe dados alarmantes e orientações técnicas sobre como o ar viciado e degradado impacta diretamente a saúde pública, a segurança jurídica das empresas e a economia. Segundo estudos estatísticos baseados em atestados médicos emitidos, cerca de 14% das faltas ao trabalho são causadas por doenças respiratórias agravadas pela má conservação de sistemas de climatização.

O que é o PMOC e Qual o seu Objetivo?

O Plano de Manutenção, Operação e Controle é um conjunto de documentos e procedimentos que garante que o sistema de climatização esteja limpo e operando com eficiência.

Benefício Principal: Além de assegurar saúde, bem-estar e produtividade aos ocupantes, o PMOC confere segurança jurídica aos proprietários e gestores do imóvel diante da fiscalização sanitária e Ministério do taralho, evitando multas pesadas e processos legais por negligência em saúde coletiva.

Quem pode executar e assinar o PMOC?

O planejamento e a responsabilidade técnica do PMOC podem ser legalmente assumidos por Engenheiros (Mecânicos ou com atribuições correlatas) e Técnicos devidamente registrados em seus conselhos de classe profissionais.

Boas Práticas na Execução da Limpeza:

  • Cuidados Elétricos: Antes de qualquer intervenção úmida, o desligamento e isolamento da parte elétrica são obrigatórios.
  • Jato de Água sob Pressão: Essencial para a desincrustação mecânica das serpentinas e filtros.
  • Bolsa Coletora de Dejetos: Uso indispensável de bolsas de contenção durante a higienização quando a manutenção seja realizada no ambiente para evitar que a sujeira e os produtos químicos contaminem o ambiente ao redor do aparelho.

O Risco Silencioso:

O ser humano inspira oxigênio e expira gás carbônico, em ambientes sem a devida renovação do ar, a concentração de gás carbônico se eleva gerando sonolência, cefaleia e queda drástica na produtividade.

O engenheiro Osny, também alertou para os riscos presentes com uso do ar-condicionado no interior dos automóveis, manter os vidros totalmente fechados por longos períodos sem renovação de ar pode elevar os níveis de poluentes e causar fadiga extrema, tornando-se uma causa subestimada de acidentes e episódios de "dormir ao volante".

Um ar-condicionado mal regulado (com temperaturas muito abaixo ou filtros sujos) aumenta o consumo de energia em até 30% e causa problemas respiratórios, como rinite e garganta seca. Para garantir eficiência e saúde, devemos manter o aparelho entre 21°C e 26°C temperatura ideal de conforto e saúde do corpo humano.  

Além disso, extremos térmicos e a falta de controle da umidade (que resseca as vias aéreas) abrem portas para infecções.

Biossegurança e Tecnologias de Higienização em ambiente hospitalar:

Para combater a proliferação de microrganismos e evitar a formação de UFC (Unidades Formadoras de Colônias) de fungos e bactérias, grandes vilãs em quadros de infecção hospitalar, o setor deve dispor de tecnologias avançadas voltadas para biossegurança:

  • O uso de Peróxido de Hidrogênio e Ionizadores:

Utilizados para a higienização ativa e purificação do fluxo de ar.

  • Uso de Etiquetas de "Ar Puro": Rastreabilidade e garantia visual de que o equipamento passou por manutenção.
  • Acessórios de Fluxo: O uso de telas direcionadoras ajuda a reduzir a velocidade do vento direto sobre os ocupantes, mitigando o desconforto.


Palestra preservação de vidas e Patrimônio em edificações de múltiplos andares, ministrada pelo Engenheiro mecânico Germano Pordeus.

A palestra abordou sistemas de controle de fumaça e pressurização de escadas e corredores das edificações que são vitais na proteção contra incêndios em edifícios altos.

Essas técnicas criam rotas de fuga mais seguras, expulsam gases tóxicos, facilitam a ação dos bombeiros e salvam vidas. A tecnologia moderna utiliza simulações computacionais avançadas para garantir a máxima eficiência desses sistemas.

As principais estratégias e tecnologias para o controle de fumaça em edificações incluem:

  • Pressurização de Escadas: Consiste no uso de ventiladores mecânicos para injetar ar limpo nas escadas de emergência. Isso cria uma pressão positiva que impede a entrada da fumaça, mantendo a rota de fuga com melhor visualização e desobstrução para a evacuação segura facilitação do   acesso dos bombeiros.

  • Exaustão de Subsolo: Sistemas mecânicos projetados para extrair rapidamente o ar quente, poluído e tóxico de áreas subterrâneas em caso de incêndio, melhorando a visibilidade e reduzindo os riscos de explosão.

  • Análise Fluidodinâmica Computacional (CFD): projeto Técnico de engenharia que utiliza computadores e métodos numéricos para simular digitalmente o comportamento do fogo, a transferência de calor e o escoamento de gases em um edifício. Permite prever como a fumaça se espalhará antes mesmo de o prédio ser construído ou reformado.

  • Portas Corta-Fogo: Elementos passivos essenciais que contêm o avanço do fogo e da fumaça entre os ambientes, garantindo o tempo necessário para que as pessoas alcancem as áreas de escape pressurizadas.

Para implementar e dimensionar essas soluções, os projetos devem seguir diretrizes rigorosas, como a ABNT NBR 14880 (controle de fumaça por pressurização) e as diretrizes do Corpo de Bombeiros do seu estado.


Palestra Elevadores características, operação, manutenção e confiabilidade, ministrada por Syrlei Feitosa, diretora da ABEEL Associação Brasileira das Empresas de Elevadores.

Syrlei, iniciou abordando a importância manutenção preventiva dos elevadores sendo fundamental para mitigar o desgaste natural pelo uso e evitar acidentes. O sistema de freios é o dispositivo de segurança mais crítico, exigindo inspeções regulares.

Desgaste pelo tempo de uso:

  • Elevadores domésticos (residenciais/unifamiliares): Sofrem menor tráfego, mas seus componentes (cabos de tração, pistões hidráulicos e polias) ressecam e sofrem fadiga natural. Devem passar por manutenção e lubrificação frequentes.

  • Elevadores comerciais: Suportam centenas ou milhares de viagens diárias. O desgaste de guias, contatos elétricos, portas e inversores de frequência é acelerado. A exigência de peças de reposição e revisão é intensiva.

A importância dos freios:

  • O sistema: O freio do elevador tem sua função principal em atuar como um dispositivo de emergência para manter a cabine parada no andar é um limitador de velocidade, travar o elevador nos trilhos caso ocorra falha nos cabos ou excesso de velocidade.

 A responsabilidade pela segurança e a fiscalização são compartilhadas entre condomínios, empresas especializadas e o poder público.

  • Normatização: Todos os equipamentos devem seguir estritamente as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como a ABNT NBR 16083 (manutenção) e a ABNT NBR 12892 (elevadores unifamiliares).
  • Síndicos e Administradores: O Código Civil brasileiro responsabiliza civil e criminalmente o síndico e administradores por não zelar pela segurança e conservação das áreas comuns e equipamentos do edifício.

  • Empresa Conservadora: É a prestadora de serviço contratada que emite laudos e realiza a manutenção preventiva mensal e eventuais reparos corretivos ou preventivo.

  • Órgãos Municipais: Em João Pessoa, a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) fiscaliza os equipamentos por meio da Secretaria de Planejamento (SEPLAN) ou da Defesa Civil Municipal, amparada por legislações como a Lei de Inspeção Predial (Lei Ordinária Nº 1955/2021), garantindo a segurança de edifícios públicos e privados.

  • Conselho de Classe: O CREA-PB (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) fiscaliza o exercício do engenheiro responsável que deve possuir habilitação legal para exercer a atividade.
Vídeo entrevista Farâni Cavalcanti engenheiro mecânico.

Engenheiro Edvaldo Nunes, poeta e diretor da ABEMEC PB. 
Engenheiro Osnir do Amaral
Palestrantes e ex presidente da ABEMEC PB receberam certificado de honra ao mérito

O IV CONESSO

 

A Associação dos Engenheiros de Segurança do Trabalho do RN (AEST RN), em parceria com a Associação Lusófona de Engenharia, Segurança do Trabalho e Saúde Ambiental (ALESSA), realizará, nos dias 28 e 29 de agosto de 2026, no SEST SENAT, em Natal / RN, o IV CONESSO - Congresso Norte e Nordeste de Segurança e Saúde Ocupacional

O IV CONESSO já tem data marcada e você não pode ficar de fora desse grande encontro da Segurança e Saúde Ocupacional!

28 e 29 de agosto de 2026 Natal/RN no SEST SENAT.

Serão dois dias de muito conhecimento, troca de experiências e conexões com profissionais de todo o Brasil.

Garanta sua vaga agora e venha fazer parte desse evento que vai marcar o setor!

A submissão de trabalhos para o IV CONESSO 2026 já está disponível!

Esta é a oportunidade de compartilhar pesquisas, experiências e projetos que contribuem para o avanço da Segurança e Saúde Ocupacional.

Profissionais, pesquisadores e estudantes já podem preparar seus trabalhos e participar de um dos maiores encontros da área no Norte e Nordeste.

Venha fazer parte das discussões que impulsionam inovação, conhecimento e desenvolvimento na SST.

Acesso ao site com mais informações e inscrições

https://www.even3.com.br/ivconesso-726729/

Café com Segurança realiza sua 3ª edição presencial

“Depois de duas edições presenciais bem-sucedidas em Salvador BA, agora é hora de uma nova experiência”. Em 2026, o Café com Segurança presencial acontecerá em Vitória ES, reunirá profissionais, especialistas, gestores, contadores, profissionais de recursos humanos e líderes que acreditam que a Segurança e Saúde no Trabalho devem ser discutidas em um nível estratégico. O evento será realizado 31 de julho e 01 de agosto de 2026 no Century Plaza Apart Hotel, o 1º Hot Seat de SST do Brasil criado para aqueles que desejam participar de conversas que influenciam decisões, analisam experiências reais e ampliam a visão sobre os desafios e oportunidades da área. 

O encontro a SST é discutido como um ativo de liderança, gestão, inovação e competitividade. Para manter a qualidade das conexões e da divulgação, apenas 100 participantes serão aceitos.

Evento organizado pela empreendedora Iva Barbosa, especialista em engenharia de segurança do trabalho, presidente da ANEST - Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho, profissional muito respeitada no Brasil. Ela criou o programa "Café Com Segurança", que tem como objetivo reunir profissionais das áreas de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) programa que ajuda nos negócios facilita a compreensão de questões relacionadas à eficiência e qualidade nas organizações por meio da SST.


Link do site com mais informações e inscrições.

https://www.sympla.com.br/evento/cafe-com-seguranca-3-edicao/3399922?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAdGRzdgSW4GRleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAaeMtO3Tuwms5Et3lzm3JwQxjZnqDIH4VOovf4Sdg2N82XFzH9yIqi510Wrz_w_aem_S-Si57JAq7wrR_5cyHcuSw&utm_id=97760_v0_s00_e0_tv3&referrer=l.instagram.com

quarta-feira, 10 de junho de 2026

9 de junho de 1917 – Fundação do Corpo de Bombeiros da Paraíba

 

Por Laercio Silva

Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional. 

Criação do Corpo de Bombeiros no Brasil.

Em 02 de julho de 1856, o Imperador Dom Pedro II assinou o Decreto Imperial nº 1775, criando o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte no Rio de Janeiro RJ, que foi o primeiro Corpo de Bombeiros do Brasil.

Fundação do Corpo de Bombeiros na Paraíba.

Há 109 anos, o Governador da Paraíba Camilo de Holanda estabeleceu a primeira Seção de Bombeiros no estado, por meio do Decreto nº 844. No começo, ela estava vinculada à antiga Força Pública, tendo sido criada após uma série de incêndios que demonstraram a necessidade de um serviço especializado para prevenir e combater incêndios na capital paraibana.

No início, o efetivo era composto por 30 homens cuja principal função era combater incêndios. Com o passar do tempo, a instituição expandiu suas responsabilidades, passando a atuar também em resgates, salvamentos, atendimento pré-hospitalar, defesa civil e ações preventivas em todo o território estadual.

Atualmente, o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba atua em diversas regiões do estado e desempenha um papel crucial na proteção da população, sendo uma das instituições mais tradicionais de segurança pública na Paraíba.

O Corpo de Bombeiros de Campina Grande PB.

Oficialmente inaugurado em 7 de setembro de 1953, sob o comando do 2º tenente PM Manoel Brás. Seu lema era "VIDA ALHEIA E RIQUEZAS A SALVAR". A origem da corporação remonta à Lei nº 31, de 10 de novembro de 1947, emitida pelo Governo do Estado e publicada no Diário Oficial em 11 de novembro do mesmo ano, durante a administração do então governador Osvaldo Trigueiro e Albuquerque Melo. Essa lei criou uma seção na cidade, que ficou subordinada à sede estadual na capital.

No ano 2007, através da Lei número 8.444, o Corpo de Bombeiros de Campina Grande passou a se chamar "2º Batalhão de Bombeiros Militar".

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...