quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Revista Eletrôonica A Norminha

Acesse a Revista Eletrônica A Norminha 795 (29/08/24)

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terça-feira, 27 de agosto de 2024

Sarau Cultural , A Arte Cura

A Gerência dos Serviços Especializados (GSE), em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT), tem a honra de convidá-la para o I Sarau Cultural – "A Arte Cura", que será realizado no dia 11 de setembro de 2024 (quarta-feira), às 8h, no auditório do SESC Centro, em Campina Grande - PB.

Este evento é uma ação significativa da Campanha Setembro Amarelo, voltada para a promoção da saúde mental, com um enfoque especial na importância da arte na vida dos trabalhadores. Será uma ocasião para refletirmos sobre temas relevantes como o assédio no ambiente de trabalho e a necessidade de cuidar da saúde mental no meio ambiente laboral.

Segue abaixo a programação do evento, na qual consta o QR Code para sua inscrição!

As vagas são limitadas, então não deixe de participar! 




Vagas limitadas

Interessados fazer inscrição pelo QR CODE


Carta de apoio a Fundacentro

São Paulo, 20 de agosto de 2024.

 

À Excelentíssima Senhora Ministra Esther Dweck

D.D. Ministra da Gestão e Inovação

Nós do(a) (entidade que assina, sindicato ou central, parlamentares), reconhecendo a importância da Fundacentro para o contexto da SST no Brasil, como instituição de referência em pesquisa e ações de prevenção de Acidentes e doenças relacionada ao trabalho, vimos endossar o pedido URGENTE de concurso para a instituição, em sério risco de extinção de suas atividades.

A Fundacentro, estabelecida no ano de 1966 atua, predominantemente, em pesquisa, educação e atuação na relação Trabalho e Saúde, incluído o meio ambiente e temas transversais como gênero, raça/ etnia/ cor, como é fundamental no cenário contemporâneo.

Políticas de desmonte dos serviços públicos, resultaram em redução drástica do quadro de servidores das instituições, que no caso da Fundacentro é dramático, como pode se constatar no gráfico a seguir, extraído de campanha do movimento sindical.

Fonte: material de campanha do movimento sindical Buscando recompor sua missão em atendimento aos desafios atuais da Segurança e Saúde do Trabalhador nos diversos mundos do trabalho, a gestão da Fundacentro e o Ministério do Trabalho e Emprego, entre outras providências, requereram que um concurso público suprisse parcialmente a sua força de trabalho.

Não foram contemplados no Concurso Nacional Unificado e temos a informação de que não há resposta ainda sobre a inclusão da instituição no concurso de 2025.

Estamos certos de que o Governo Federal está atento ao fato de que ações de promoção da saúde e prevenção de agravos relacionados ao trabalho são fundamentais. Os acidentes e doenças atingem de forma crucial as vidas dos trabalhadores e suas famílias vítimas em função das más condições de trabalho e os impactos desses eventos vão muito além dos custos do já sobrecarregado SUS e da Previdência Social, e sua identificação permite, além das ações preventivas, a cobrança adequada das alíquotas tributárias e a impetração de ações regressivas previstas em lei.

Reiteramos apoio à solicitação da Fundacentro com URGENCIA, já que o prazo para planejamento de orçamento é 31 de agosto do corrente ano.

Caros colegas, estamos correndo contra o tempo (a aprovação tem que sair até o próximo 31 de agosto) e pedindo apoio para que entidades de classe, parlamentares, ongs, universidades etc. Enviem a ministra Esther Dweck carta de apoio, com URGÊNCIA!!

Peçam apoio aos seus contatos.

Ministra de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

Telefone(s): (61) 2020-5562 / 4061 / 4555

E-mail:  agenda.gestao@gestao.gov.br

sábado, 24 de agosto de 2024

MTE publicou regulamentação prevendo o adicional de periculosidade para motociclistas

Por Laercio Silva

A regulamentação do trabalho com motocicletas que assegura o adicional de 30% de periculosidade, este direito foi estabelecido pela Lei 12.997, de 18 de junho de 2014, e está previsto no § 4º do artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Para tratar sobre o adicional de periculosidade, o MTE formou um Grupo Técnico responsável por desenvolver a proposta. O valor considerado para o cálculo é o salário base do empregado, sem incluir bonificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. A partir da publicação da norma, os motociclistas passam a ter garantido esse direito.

As atividades realizadas em veículos que não exigem registro, bem como aquelas feitas em motocicletas ou motonetas em áreas privadas, são consideradas de baixo risco. O uso habitual de motocicletas ou motonetas é classificado como perigoso apenas quando ocorre em vias públicas para o deslocamento do trabalhador, exceto no trajeto entre a residência e o trabalho. O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, assinou uma norma que reconhece como perigosas as atividades laborais envolvendo motocicletas e motonetas nesse contexto. Por outro lado, não são vistas como atividades perigosas aquelas efetuadas em veículos que não necessitam de placa ou licença para o condutor, operações realizadas em locais privados ou situações eventuais que tenham duração muito curta.

Sessão Especial: 50 Anos do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Geociências do CREA - AM

  Assista ao vídeo da sessão

Entrega de placa comemorativa pelos 50 anos do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas – CREA-AM, à Engenheira de Pesca Alzira Miranda de Oliveira, presidente do conselho.

Fotos: Hudson Fonseca/Aleam



Saúde mental fará parte de relatórios de gestão de risco de empresas


Companhias terão de evitar o adoecimento mental dos trabalhadores.

O governo federal, representantes de empresas e de trabalhadores decidiram incluir dentre os critérios para o gerenciamento de riscos ocupacionais a preocupação com a proteção psicossocial dos funcionários.

O cuidado com a questão de saúde mental e casos de assédio no ambiente organizacional passarão a fazer parte da Norma Regulamentadora Nº 1 (NR-1), principal norma que trata do gerenciamento de riscos das organizações. A decisão foi tomada nessa terça-feira (30) durante reunião da Comissão Tripartite Paritária Permanente, composta por integrantes do governo, sindicatos de trabalhadores e confederações de empregadores, que discute temas de segurança e saúde no trabalho.

Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o secretário de Inspeção do Trabalho substituto do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Rogério Araújo, explicou que, a partir da publicação das atualizações da norma, as empresas deverão passar a identificar parâmetros psicossociais dentre os relatórios de gerenciamento de riscos, elaborados periodicamente para o cumprimento das exigências de segurança do trabalho.

"Essa atualização é muito importante. As empresas terão que fazer a gestão desses ambientes de trabalho para evitar o adoecimento mental do trabalhador. O objetivo é evitar o excesso de sobrecarga de trabalho e dar atenção às questões do ambiente de trabalho saudável sem assédio e nenhum tipo de violência contra o trabalhador, seja assédio moral, sexual ou qualquer outra forma de assédio", detalhou.

As novas diretrizes devem entrar em vigor nove meses após a publicação da norma. Se considerado o prazo de trâmite e aprovação interna, a expectativa é que as mudanças sejam concretizadas no prazo aproximado de um ano. "É tempo mais que suficiente para que as empresas adaptem seus processos, inclusive de gestão de riscos", observou Araújo, que ocupa o cargo de diretor do departamento de Segurança e Saúde no Trabalho.

O gestor avalia como necessária a atualização da norma, haja vista o crescimento dos índices de afastamento do trabalho por questões de saúde mental, especialmente após o período da pandemia de covid-19. "Nós temos, enquanto governo, uma preocupação muito grande com a segurança e saúde do trabalhador. Acredito que a atualização da norma vem ao encontro de todo um movimento do governo de reconhecer a importância da saúde mental, seja no âmbito interno - enquanto servidores públicos -, seja no externo - trabalhadores das empresas", defende.

Operações de fiscalização

O secretário substituto salientou que as ações de fiscalização em campo realizadas periodicamente são coordenadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com a cooperação de parceiros como o Ministério Público do Trabalho, a Defensoria Pública da União, a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal. Durante as operações, além do resgate de trabalhadores em condições análogas à escravidão, são feitas diligências junto aos empregadores para a apuração e responsabilização dos mesmos, para que não voltem a praticar esse tipo de conduta.

“Quando é identificada a situação de resgate, a primeira medida é administrativa: fazer o auto de infração. A empresa pode ser condenada a pagar um dano coletivo para a sociedade, que vai ser convertido em um fundo de trabalhadores. Esse valor normalmente supera a casa dos milhões de reais. Além dos danos individuais, que são: pagar a rescisão dos trabalhadores e as verbas a que eles teriam direito considerando a jornada de trabalho e o valor do salário", detalhou, acrescentando que os trabalhadores também têm direito ao seguro-desemprego e, a depender da situação, são encaminhados à Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) para questões relativas a tratamentos de saúde e reinserção no mercado de trabalho.

Segundo ele, cabe ao MTE acompanhar todas as fases posteriores da operação. Em abril deste ano, o órgão atualizou a chamada Lista Suja do trabalho escravo - divulgada a cada seis meses pelo governo. Com o ingresso de 248 empregadores no cadastro de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão, esse foi o maior número de inclusões já registrado na história. 

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

5ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes dos CREAs em Manaus AM

 

A 5ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes começou nesta quinta-feira, 22/08, no Amazonas. A presidente do CREA Amazonas, Alzira Miranda, está participando do evento, juntamente com o vice-presidente do Crea-AM, Robson Ferreira, e o Conselheiro Federal do Amazonas, Amarildo Lima.

O encontro reúne os presidentes de todos os CREAs do Brasil para discutir as demandas específicas de cada estado e fortalecer as atividades de engenharia, agronomia e geociências no país. O objetivo é buscar a unidade de ação entre os CREAs, uniformizar procedimentos, posicionar-se diante de temas relacionados às profissões fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea e promover o desenvolvimento do sistema como um todo.

O presidente do Crea-PB, Renan Azevedo, e a vice-presidente, Simone Guimarães, também estão participando da 5ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes (CP) do Sistema Confea/Crea e Mútua, que está acontecendo em Manaus–AM nos dias 22 e 23 de agosto. Ao mesmo tempo presentes a conselheira federal eleita, Giucélia Figueiredo, e a presidente do SENGE, Kátia Diniz.

O evento reúne presidentes dos Conselhos Regionais de todo o país para discutir temas importantes para a engenharia, a agronomia e outras profissões relacionadas. O presidente do Crea-PB ressaltou a relevância da reunião e seus benefícios para os profissionais, destacando que é uma oportunidade única para debater as melhores estratégias para o progresso do Sistema Confea/Crea e Mútua em nível nacional e no estado.

Sob a gestão de Renan Azevedo, o Crea-PB reafirma seu compromisso em promover a excelência na prestação de serviços, melhorar o ambiente de atuação dos profissionais e contribuir significativamente para o avanço do setor da Engenharia, Agronomia e Geociências na Paraíba.

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