quarta-feira, 22 de março de 2017

INSPEÇÃO OU INVESTIGAÇÃO

INSPEÇÃO OU INVESTIGAÇÃO
Muito se tem falado de inspeção como um procedimento de: rotina, eventual, especial, oficial. 

Mas o que é inspecionar?

Inspecionar equivale a auditar ou avaliar, medir, controlar uma rotina, a qual deve estar preestabelecido, no ambiente de trabalho, residencial, religioso e pessoal.

Quando algo dá errado pode ter havido uma quebra ou alteração de rotina, ou acidente e neste caso faz-se necessário uma investigação.

Infelizmente criamos caçadores de falhas. Defeitos e culpados. Quando detectamos possíveis causas elas são em geral pontuais e ocasionais ou vícios históricos não referenciados ou negligentes nas rotinas ou procedimentos.

Quando você namora é orientado sobre as responsabilidades e consequências do casamento e ou de uma gravidez inesperada. Os cuidados certamente são mais apropriados. Evitar o risco (Ex.:namorar em ambientes iluminados, coletivos, com a presença de familiares). Faz vasectomia e ou usa um EPS (Equipamento de Proteção sexual), contra gravidez e ou DSTs - Doenças Sexualmente Transmissíveis . Exemplo: camisinha e agentes fármaco protetores (anticoncepcional, pílula do amanhã). O mesmo deve acontecer na vida laboral; uma rotina de procedimentos seguros; EPIs(Equipamentos de Proteção Individual) e EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva.

A Inspeção de Segurança: rotineira, especial, oficial ou eventual, deve auditar um processo pré-definido a fim de garantir o resultado positivo, dentro dos padrões estabelecidos. Quando pessoas, materiais, máquinas etc., corrompem o o sistema provocando resultados negativos, então é hora da Investigação.

Onde estão as falhas? É preciso identifica-las para correção imediata e propostas preventivas a fim de garantir a qualidade e segurança do sistema e de seus usuários, até que um fato novo ou estranho surja, deformando ou exigindo melhorias da norma.

Estabelecer rotinas de inspeção e ações preventivas, corretivas e disciplinares  deve ser um dos principais papéis do SESMT/CIPA em termos de prevenção de acidentes e segurança do trabalho; e de todo líder em termos de comando, coordenação, administração de ambientes, controles de produção e qualidade entre outros, extensivos a todas unidades da empresa, grupos de afinidade e sociedade em geral.

FASES DA INSPEÇÃO

  1. OBSERVAR os atos das pessoas, as condições de máquinas, equipamentos, ferramentas e o ambiente de trabalho.
  2. REGISTRAR o que foi observado e o que deve ser feito, contendo, entre outros, os dados do local da realização, dos riscos encontrados, dos pontos positivos, dos problemas ou das propostas feitas pelos inspecionados, colocando data e assinatura.
  3. ANALISAR E RECOMENDAR medidas que visem a eliminar, isolar ou, no mínimo, sinalizar riscos em potencial advindos de condições ambientais ou atos e procedimentos inseguros.
  4. ENCAMINHAR para que os responsáveis possam providenciar medidas corretivas.
  5. ACOMPANHAR as providencias até que ocorra a solução

ROTEIRO BÁSICO NA INVESTIGAÇÃO:

• O que fazia o trabalhador no momento imediatamente anterior à ocorrência? • como aconteceu?
• Quais foram as consequências?
• Quais as causas que contribuíram direta ou indiretamente para a ocorrência do acidente?
• Quando ocorreu? (Data e hora) • Onde ocorreu? (Especificando o setor ou seção)
• Quanto tempo de experiência na função tinha o acidentado?
IMPORTANTE: na medida do possível, o acidentado deve ser envolvido na investigação do acidente.


Valdolirio Soares – Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho, Bel em Teologia, 

No Rio, Lei Seca reduz em 43% o número de motoristas alcoolizados em oito anos

Por Mariana Czerwonka.

Operação Lei Seca

O número de pessoas alcoolizadas flagradas ao volante vem caindo gradualmente no estado do Rio de Janeiro. 
Foto: Divulgação Detran/RJ.

A Operação Lei Seca, criada em 19 de março de 2009, completou ontem (19) oito anos de existência. Neste período foram registradas mais de 17 mil ações de fiscalização por todo o estado, com mais de 2,4 milhões de motoristas abordados. Destes, cerca de 167mil pessoas apresentavam sinais de embriaguez e tiveram suas carteiras de habilitação recolhidas pela Lei Seca. Devido a estes dados,  uma missa em agradecimento foi celebrada na Igreja da Candelária, no centro do Rio.

Segundo a legislação de trânsito em vigor, quem é flagrado dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer substância psicoativa, terá a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por 12 meses, pagará multa de R$ 2.934,70, terá retenção do veículo até a apresentação de um condutor habilitado e o recolhimento do documento de habilitação. E, caso seja flagrado novamente, no período de até 12 meses, a multa será aplicada em dobro, passando a ser R$ 5.869,40. Além do aspecto educativo e de fiscalização, a Lei Seca também gerou bons resultados para a segurança pública do estado. Durante as blitzes, foram capturados 152 foragidos da Justiça. Os agentes também recuperaram 146 veículos roubados e apreenderam 64 armas de fogo.

Segundo o coordenador-geral da operação, tenente-coronel da Polícia Militar (PM), Marco Andrade, hoje é um dia para ser comemorado. Segundo ele, a Lei Seca vem cumprindo a risca o seu papel de conscientizar a população sobre os riscos de dirigir embriagado e de diminuir o índice de acidentes.

“Além disso, a gente busca interagir no cotidiano das pessoas à necessidade para mudar o estilo de vida. Ao longo desse período temos números expressivos e significativos que comprovam a eficiência da operação, com a redução de 43% no número de motoristas alcoolizados.”

Agentes da operação fizeram ações de conscientização ao longo do dia de hoje (20) em diversos pontos do centro. O número de pessoas alcoolizadas flagradas ao volante vem caindo gradualmente no estado do Rio de Janeiro desde a implantação desta lei, segundo o governo do Estado. Nesses 8 anos, o percentual de motoristas embriagados nas blitzes era de 7,9%. Passados 8 anos, esta média caiu para 4,5%, ou seja, houve uma diminuição de 43% nas incidências de alcoolemia.

As informações são da Agência Brasil

terça-feira, 21 de março de 2017

Abril Verde Paraíba 2017


O Movimento Abril Verde, uma iniciativa que visa pautar o tema segurança e saúde do trabalhador brasileiro com adotes à redução dos acidentes de trabalho. O movimento nasce para estimular a promoção e adoção de atividades voltadas à conscientização, e promover amplo debate das responsabilidades para avaliação de riscos, neutralização ou eliminação dentro do ambiente de trabalho.

No movimento une-se aos trabalhadores, atores sociais que buscam a consolidação de medidas de segurança e prevenção da saúde em locais de afazeres, para que o número de acidentes, mortes, lesões e doenças no trabalho sejam reduzidos.

Abril foi o mês escolhido, pois no dia 7 se comemora o Dia Mundial da Saúde e no dia 28, o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho, proposta pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), Verde a cor tradicionalmente escolhida por estar associada a segurança e saúde no trabalho.

Equipe de líderes articuladores do formato do Abril Verde 2017 na Paraíba, representantes de Sindicatos, Associações, Ministério do Trabalho, Empresas e Federações. 
1ª Reunião

Reunião na SRTE-PB e visita ao Espaço de Formação e Lazer SINTRICOM JP- Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, Pesada, Montagem e do Mobiliário de João Pessoa, palco do encontro estadual de prevencionistas.
2ª Reunião
Reunião no Ministério Público do Trabalho, na coordenação Procuradoras do Trabalho Marcela de Almeida Maia Asfóra, Myllena Formiga Cavalcante de Alencar Medeiros e o Auditor Fiscal do Trabalho José Ribamar Rodrigues Gomes, presentes representantes das instituições, Guaraves, RMV, SINTRICOM-JP, AGEVISA, SINTEST-PB, ASTEST-PB, AEST-PB, SRTE-PB, MPT-PB, SESI/FIEP, Associação dos Bombeiros Civis, APEAMB, SINECOM-JP, SENAR-PB, FIT-PB, CEREST-PB e SINDALCOOL. 




Abril Verde Cariri

APEAMB


SINPSTPB


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