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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Cipeiro despedido por justa causa após denunciar irregularidades



A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS) determinou ao hospital Santa Casa de Rio Grande a reintegração de um mecânico de manutenção. O trabalhador é membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e notificou o Corpo de Bombeiros sobre irregularidades que poderiam causar incêndio dentro do hospital. Em razão disso, acabou despedido por justa causa, sob a alegação de que inventou a denúncia por estar insatisfeito com sua remuneração. A decisão confirma sentença da juíza Raquel Hochmann de Freitas, da Segundda Vara do Trabalho de Rio Grande. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Segundo os autos, o trabalhador foi admitido em dezembro de 2008 e a despedida por justa causa se deu em janeiro de 2010. A empresa baseou a dispensa no artigo 482, alíneas "A" (ato de improbidade), "B" (incontinência de conduta ou mau procedimento) e "E" (desídia), da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O empregado, entretanto, ajuizou ação na Justiça do Trabalho, sustentando as denúncias de irregularidades e pleiteando a nulidade da justa causa e a consequente reintegração, já que tinha direito à estabilidade prevista para integrantes da Cipa.

A juíza de primeiro grau acolheu o pleito. Para justificar seu entendimento, citou laudo dos Bombeiros, produzido após a despedida do trabalhador. O documento confirmou os riscos de incêndio relatados pelo cipeiro. Conforme o laudo, havia aproximadamente 500 litros de óleo diesel mantidos em bombonas plásticas, duas baterias veiculares e uma bomba elétrica para abastecimento, localizados "muito próximos" a um gerador de energia elétrica. Além dos riscos inerentes a materiais inflamáveis, os bombeiros afirmaram que a disposição dos objetos dificultaria uma eventual saída rápida do local, em caso de incêndio.

Além do documento, a juíza destacou depoimentos de testemunhas que confirmaram a situação relatada pelo trabalhador. Com base nestes elementos, concedeu antecipação dos efeitos da decisão, para que o mecânico fosse imediatamente reintegrado ao emprego, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. Descontente com a decisão, a empresa apresentou recurso ao TRT-RS, questionando a condenação e o método de análise das provas.

Ao julgar o caso, a relatora do acórdão na Segunda Turma, desembargadora Vania Mattos, salientou que foram apresentadas reclamações dos empregados do setor aos seus superiores hierárquicos, sem que fosse tomada qualquer providência. A magistrada destacou, também, ser atribuição do reclamante zelar pela segurança no local de trabalho. "Não há prova de ato de sabotagem ou intencional objetivando o descrédito da ré capaz de fundamentar a justa causa", argumentou. "Não há razão para alteração da sentença, que está ajustada à prova produzida, inclusive laudo técnico não impugnado pela ré", concluiu.
fonte:

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Corpo de Bombeiros cartilha de orientações básicas

Noções de prevenção contra incêndio dicas de segurança.

Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.


Link de acesso

Caia na folia! Com segurança…



Com o carnaval, aumenta o risco de acidentes com a rede elétrica. Por isso o Programa Casa Segura orienta os foliões e a população em geral sobre os cuidados que devem ser tomados com relação ao uso da energia.

·  Não instalar enfeites ou alegorias próximo à rede elétrica.

·  Na montagem de palcos ou estruturas similares, é fundamental o acompanhamento de um profissional habilitado e qualificado. Ele deve avaliar o correto uso das redes elétricas, sejam elas aéreas e subterrâneas.

·  Não lançar artefatos como serpentinas e confetes na rede elétrica, sejam eles metálicos ou não.

·  Não jogar água ou outros líquidos na rede elétrica.

·  Atenção especial com relação à altura de carros alegóricos e trios elétricos. Leve em consideração também a altura das pessoas que estarão nestes veículos.

·  Na instalação de equipamentos elétricos, como aparelhos de som e de refrigeração, fique atento à necessidade de se manter esses aparelhos longe de ambientes molhados, como próximos de duchas, fontes ou piscinas.

·  Evitar improvisos (gambiarras) e jamais faça ligações clandestinas (gatos).

·  Se houver um fio elétrico partido no solo, não se aproxime, pois ele poderá estar energizado. Informe a concessionária de energia.

·  Em caso de acidente, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 e SAMU 192 a ligação é gratuita.


http://www.programacasasegura.org/br/destaque/caia-na-folia-com-seguranca/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Somando para o bem da população Bombeiros Civis - PB


Importante participação dos Bombeiros Civis da Paraíba.

Bombeiros Civis do estado da Paraíba atuam na festa do tradicional bloco carnavalesco Virgens de Tambaú.

Colaborando com o SAMU, Corpo de Bombeiros Militares-PB e outras instituições de prevenções.

Juntos somos mais fortes.

 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Comitê Permanente Regional realizará eventos sobre gestão na construção, saúde e segurança do trabalhador


 
Por Fabrícia Oliveira
Jornalista da revista Edificar
http://edificar.jornaldaparaiba.com.br/

O transporte de pessoas e cargas em canteiro de obras é um dos temas que, neste ano de 2012, preocupa o Comitê Permanente Regional da Paraíba – CPR-PB, órgão que trata das condições do ambiente de trabalho especificamente na construção civil e é vinculado à Fundacentro, entidade do Ministério do Trabalho. A primeira reunião aconteceu, no auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa - Sinduscon-JP.

De acordo com José Hélio Lopes, coordenador do Comitê, o objetivo é agregar as pessoas das diversas áreas da construção civil para discutir os mais variados assuntos. “A nossa preocupação é trazer temas que nos ajude a discutir e assim melhorar o ambiente de trabalho dos trabalhadores. Discutimos as situações de saúde e segurança do trabalhador, como estão os canteiros de obra, por exemplo, é uma das questões fundamentais da reunião do CPR”.

Serão realizados dois eventos no setor esse ano. Um no primeiro semestre sobre gestão para empresários e engenheiros de obra (nível estratégico e gerencial), no primeiro semestre e outro direcionado somente para mestres encarregados de obra, no segundo semestre.

Segundo Hélio Lopes, a proposta é realizar o primeiro evento no dia 09 de maio em João Pessoa. “Estamos entrando em contato com o engenheiro Guilherme Melro, empresário da Contrato Engenharia de Maceió-AL, para ministrar uma palestra sobre gestão integrada. É importante porque ele é um empresário que vai falar para empresários, mostrar o caminho, já que, a empresa em Maceió só cresce”, afirmou.

Sobre a possibilidade de implementação do curso de especialização “Máquinas para elevação, movimentação e transporte de pessoas e cargas”, o que motivou uma reunião no SESI Centro em João Pessoa, para definir como serão realizadas as ações do curso, como a certificação que será emitida pelo SENAI, além disso, estará em pauta, o plano de curso, ementa, componentes curricular, como serão ministradas as aulas, valor do investimento e local. O curso deve começar no segundo semestre do ano. “O intuito é cumprir a missão do CPR, através do curso que contribui para melhorias no ambiente de trabalho, que é direcionado aos engenheiros mecânicos e pode ser o primeiro curso do Brasil sobre elevadores”, enfatizou Hélio Lopes.

Já o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de João Pessoa – Sintricom, Edmilson da Silva Souza, disse que, “a importância maior do CPR para o Sindicato é que é o espaço onde reúne pessoas interessados em desenvolver realmente o meio ambiente, para cada vez mais contemplar a cidadania do operário, como um todo”, destacou.

O engenheiro de segurança do trabalho, Irlan Targino, da Control Construções, que participou pela primeira vez da reunião, falou sobre a importância das empresas estarem presente nas reuniões do Comitê. “O fato de discutir sobre saúde e segurança do trabalho dentro da construção civil, é muito importante. As empresas devem participar de alguma forma, porque acabam por ser ouvidas também e estar por dentro das discussões, levantamentos de questões e as possíveis soluções se tornam bem mais rápidas e mais fáceis de serem resolvidas”, comentou.

A coordenação deste ano será feita por José Hélio Lopes e Valentina de Andrade Maia, como vice-coordenadora. Os nomes de Rene Selmer, como 1º secretário, da Casa do Construtor e Laercio José da Silva, como 2º secretário, da ASTEST-PB, foram escolhidos em votação para compor a equipe.

Mensagem do coordenador geral aos novos membros da coordenação do CPR-PB. 


             Hélio Lopes

Sejam bem-vindos (as) ao nosso convívio.

Será um prazer compartilhar com vocês experiências na busca por canteiros de obra mais seguros e saudáveis.

Valentina de Andrade Maia (vice-coordenadora)

Rene Selmer (1º secretário)

Laercio José da Silva (2º secretário)

Em anexo:
Calendário das reuniões ordinárias em 2012


Calendário reuniões 2012_CPR-PB.docCalendário reuniões 2012_CPR-PB.doc
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Sentimento do Pensamento Positivo

                                   Gonçalo Pontes Júnior
                                                             PALESTRANTE
                                                          www.gpontes.com

Tenho certeza que você tem notado, por vezes, a forma como a maioria das pessoas ao seu redor se comportam diante das dificuldades da vida, sempre lhes faltando o otimismo necessário para enfrentar estas adversidades de forma positiva.

Também sei que você tem observado a falta de uma palavra positiva de alguém em seu dia-a-dia.

Enfim, observamos, com o passar dos dias, que as pessoas passaram a deter, dentro delas, um sentimento negativista, pessimista e sem notarem, estão formando um escudo em desfavor da possibilidade do “dar certo”.

Passou a ser comum se ouvir frases do tipo:

- Não sei como sair disto;

- Isso não vai dar certo;

- Essas coisas só acontecem comigo;

- Puxa como sou azarado;

- Não vou conseguir;

- Tudo é difícil para mim;

- Não adianta tentar;

E por aí vai.

Agora você vai me perguntar o que fazer para mudar essa onda de negativismo que passou a nos rondar diariamente. Ressalte-se que essa situação ocorre tanto no trabalho, como na família.

Precisamos urgentemente criar a visão do sentimento do poder positivo e isto não é coisa de outro mundo.

Outro dia desses quando o prêmio da mega sena estava acumulado (acho que algo perto dos 36 milhões), tive a oportunidade de constatar o quanto é fácil mudar esta situação pessimista que cerca as pessoas.

Conheci, em um restaurante no Rio de Janeiro, um homem de meia idade norteado por uma alegria incomum nos dias de hoje. O seu sorriso era contagiante.

Disse-lhe que era palestrante e gostava de estudar o comportamento humano como fonte de abalizar minhas falas nas apresentações e, naquele instante, eu me deparava com um ser humano de atitudes extremamente diferentes do que no dia-a-dia tenho encontrado. Perguntei-lhe, então, a razão de toda aquela alegria e ele me respondeu: “Puxa professor o senhor notou o meu estado de espírito? Que bacana, passei o dia todo assim. Começou hoje logo cedo quando entrei em uma casa lotérica e fiz um jogo na mega sena que me deu a certeza de que hoje noite ganharei 36 milhões de reais sozinho! Aqui está o bilhete em meu bolso. O senhor acredita que quando saí de casa pela manhã a minha esposa quis discutir comigo e eu a respondi: deixa isto para lá mulher, hoje a noite estaremos ricos e a nossa vida vai mudar; ao chegar no trabalho o meu chefe veio reclamar comigo e ao em vez de eu ficar chateado, disse para mim mesmo: fica tranquilo, não liga para ele, hoje a noite serás um homem rico”.

Ele ainda me relatou algumas passagens de seu dia que foram negativas, mas que em nenhum momento o afligiram, pois “a noite ele seria um homem rico”.

Não tenho certeza dessa estatística, porém já ouvi dizer que para um jogo simples da mega sena a possibilidade de aquele bilhete ser premiado é uma em cem cinquenta milhões.

Infelizmente aquele alegre homem, que tive a satisfação de conhecê-lo, não foi premiado, pois ele ficou entre as cinquenta milhões de possibilidades, todavia o que aqui venho lhe convidar para pensar é o quanto um mero bilhete de jogo no bolso, com tão poucas oportunidades de ser premiado, pode fazer em nossa vida.

Veja os bilhetes que tens no bolso: uma família, possibilidade lutar pelo que desejas, um lugar para deitar, para morar, alimentação, amor das pessoas e um Deus que torce incessantemente por você.

Sabes o que temos que fazer para nos cercar do sentimento do pensamento positivo? Valorizar o que temos e que muitos queriam ter e não têm; utilizar mais o que sai do coração e começar a enxergar que atrás de toda dificuldade há uma oportunidade esperando apenas que você insista naquilo que deseja.

Acredite mais em você.

Tudo pelo desenvolvimento, nada pela saúde do trabalhador.

Por Eli Almeida
João Pessoa/PB

Um problema social de saúde pública vem afetando a vida ocupacional do trabalhador brasileiro: a falta de políticas de estado voltadas para a segurança e saúde dos trabalhadores. A ausência desta política fica mais explicita agora, com o desenvolvimento do país e com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e construção de estádios de futebol para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
O que se vem percebemos é que estes trabalhadores estão excluídos de políticas publicas de saúde e de segurança dentro deste crescimento desordenado. Não temos políticas publicas que acompanhem esse crescimento, seja para o trabalhador, seja também para o meio ambiente. O esquecimento do cuidar das pessoas no trabalho ocorre em todos os canteiros de obras financiadas inclusive com recursos do governo.
E isso acaba se tornando uma questão preocupante com reflexos danosos na saúde destes trabalhadores. A visão que temos, é que o crescimento industrial e suas novas tecnologias, em regiões distantes, desprovidas de estruturas sociais como: unidades hospitalares e profissionais qualificados em saúde, para atendimentos médicos, por exemplo, são fatores não levados em consideração dentro desta política desenvolvimentista. 
Com isso, os trabalhadores expostos a estes novos desafios tecnológicos, não estão recebendo atenções de vigilância em saúde ocupacional compatível as novas formas de trabalho que estão sendo submetidos neste crescimento industrial do país.
É preciso retomar a luta em defesa da saúde e segurança para esta classe trabalhadora. É chegado o momento dos movimentos sociais ligados aos trabalhadores e sociedade de modo geral exigir que o estado tenha políticas publica de saúde e de segurança inclusa neste crescimento para o trabalhador brasileiro.
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