terça-feira, 31 de dezembro de 2024
General, um dos responsáveis pela defesa nacional, foi ignorado por civis e militares durante um evento na escola de sargentos
Por Laercio Silva
Jornalista com especialização de
Higienista e Engenharia de Segurança do Trabalho.
O Comandante do Exército foi ignorado por civis e militares durante um evento na Escola de Sargentos, o que reflete um clima ruim na força. Durante a cerimônia, alguns civis viraram o rosto em sinal de desrespeito, enquanto alguns militares não prestaram continência ao General, quebrando o protocolo militar. Isso pode ser interpretado como um reflexo do desgaste do Comandante diante da tropa, especialmente após prisões de colegas militares pelo STF e a percepção de anuência militar a essas ações. Este episódio revela uma crise de confiança e respeito em relação à liderança militar, em um contexto de tensão entre as Forças Armadas e o Poder Judiciário. O desgaste do General parece ter impactado a moral e a coesão dentro da instituição, levantando questões sobre a autoridade do Comandante e a necessidade de reavaliação das normas de conduta e lealdade nas Forças Armadas.
Quando
se diz que o "comandante do Exército é ignorado", quer dizer que as
ordens ou opiniões do líder máximo não estão sendo respeitadas. Isso pode
indicar uma perda de autoridade e credibilidade. Ignorar um comandante pode ser
uma estratégia para enfraquecer sua posição e pode causar uma crise
institucional. É importante manter a lealdade e disciplina na caserna como
principais valores fundamentais.
O vídeo que começou a circular nas redes sociais em 29/12/2024.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
RISCO INERENTE - Empregador é sempre responsável por acidente com motoboy
A 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho concluiu que duas empresas de Ji-Paraná (RO) são responsáveis pelo pagamento de indenização à família de um motoboy que sofreu um acidente de trabalho fatal. Mesmo diante da alegação de culpa exclusiva da vítima, o colegiado destacou que a atividade em motocicleta envolve perigo permanente, e os empregadores devem assumir os riscos inerentes ao negócio, conforme previsto na legislação trabalhista.
A corte trabalhista considera a atividade de motoboy constantemente perigosa
O motoboy foi contratado por uma microempresa para fazer entregas para uma distribuidora de materiais do mesmo grupo, dentro de Ji-Paraná ou intermunicipais, de carro ou de moto. Em uma das entregas, ele colidiu com um carro e morreu pouco depois no hospital, em razão de traumatismo craniano e politraumatismo. Sua mulher e suas duas filhas pequenas, então, acionaram a Justiça em busca de indenização.
O pedido foi deferido pelo juízo de primeiro grau, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (PR) isentou as empresas de responsabilidade, ao fundamento de que o trabalhador teria invadido a faixa preferencial e contribuído decisivamente para o evento, o que configuraria culpa exclusiva da vítima.
Atividade é inerentemente perigosa
O ministro Augusto César, relator do recurso de revista da viúva e das filhas, enfatizou que a culpa só deve ser estabelecida como exclusiva da vítima quando a única causa do acidente for a conduta do trabalhador, sem qualquer ligação com os fatores objetivos do risco.
No caso, porém, a função de motoboy configura uma atividade de risco intrínseco, o que gera a responsabilidade objetiva do empregador. Ou seja, as empresas são responsáveis pelos danos, independentemente de terem culpa no acidente. Para o ministro, a confluência entre a conduta culposa do trabalhador e o risco inerente da atividade desempenhada exclui a tese de que haveria a culpa exclusiva da vítima.
Por unanimidade, o colegiado fixou a indenização por danos morais em R$ 250 mil, além de pensão mensal, a título de danos materiais, de dois terços da última remuneração do trabalhador, ficando metade desse valor com a viúva, até a data em que ele completaria 77,9 anos (expectativa de vida de acordo com o IBGE), e 25% para cada filha, até completarem 25 anos.
Fonte: assessoria de comunicação do TST.
Curso ISO 45003:2021
ISO
45001:2018-03 / Emenda 1: 2024-0 - Mudanças na ação climática.
(Empresas
devem considerar riscos da mudança climática nos Sistemas de Gestão ISO)
“Ver
a sua empresa, profissionais em SST e gestores em um patamar elevado de
reconhecimento, para acelerar o desenvolvimento na gestão de segurança e saúde
no trabalho (GRO / PGR e ISO 45001), ISO 45003:2021 (saúde psicológica), meio
ambiente e qualidade na gestão responsável de sua organização e ESG, é
fundamental e uma necessidade emergencial a partir de 2025.” (José Augusto da
Silva Filho)
A
IAF (International Acreditation Forum) e a ISO (International Organization for
Standardization) publicaram um comunicado conjunto em 23 de fevereiro de 2024,
para informar sobre as Emendas de Ação Climática e seus reflexos nos
compromissos com os novos Padrões de Sistemas de Gestão ISO (MSS).
Resumidamente,
duas novas declarações foram introduzidas a uma série de normas ISO sobre
sistemas de gestão, por meio de Emenda, para indicar a necessidade de
organizações auditadas considerarem os efeitos da mudança climática nos seus
processos.
A
medida reflete o apoio à Declaração de Londres sobre Mudança Climática e
desperta para a importância de ponderar sobre como essas mudanças afetam a
capacidade da empresa atingir, de modo sustentável, seus objetivos.
Sem
dúvida, as questões sobre sustentabilidade passaram a ser estratégicas para as
organizações. Cada vez mais, a gestão de empresas, tanto públicas como
privadas, leva em conta as práticas relacionadas ao conceito ESG -
Environmental, Social and Governance (na tradução para o português, meio
ambiente, social e governança).
Neste
cenário, a preocupação e iniciativa da IAF/ISO com a mudança climática, tem
estreita relação com a proposta ESG.
“Mudanças
na área da segurança, saúde e meio ambiente estão ocorrendo no Brasil e no
Mundo e serão implantadas definitivamente em 2025, tais como o GRO / PGR, com
uma nova roupagem, inclusive sobre a obrigatoriedade dos fatores de riscos e
perigos psicossociais relacionados ao trabalho.” (José Augusto).
Saiba
desta e outras mudanças, se capacite, atualize, participando de nosso Curso ISO
45003:2021. Faça a sua inscrição solicitando a sua ficha de inscrição, conforme
consta no banner.
Referências:
ISO
45001:2018-03 / Emenda 1: 2024-0
NBR ABNT ISO 45001:2021 ISO 45003:2021 NR 1 GRO / PGR
Por José Augusto
domingo, 22 de dezembro de 2024
Órgãos, entidades, empresas e comunicadores que estão ligados à proteção do trabalhador (a) na Paraíba
Por Laercio Silva
Jornalista com especialização de Higienista e
Engenharia de Segurança do Trabalho.
https://www.instagram.com/h2oculosoficial/
https://www.instagram.com/sylviosilomar/
Rádio, TV e jornalismo
https://laerciojsilva.blogspot.com/
https://www.youtube.com/playlist?list=PLXwZFtUWvna7Ev8Af7u51Cy5DVxX9M-EV
https://www.instagram.com/sstnatv/
https://www.instagram.com/justicanosesmt/
Comunicadores prevencionistas na Paraíba.
Jornalista e radialista
Laercio Silva.
Jornalista e radialista Nivaldo
Barbosa.
Engenheiro de segurança do trabalho e advogado Sylvio Silomar.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2024
Horizonte Radiante do Tempo de Cultura na AEST PB
Por Laercio Silva
Jornalista DRT 0003919 PB
O engenheiro de segurança do trabalho e poeta Edvaldo Nunes, teve um momento brilhante ao recitar o poema "Até quando" de seu livro de poesias "Momento de Alma" durante a confraternização de engenheiros(as) na AEST-PB Associação de Engenharia de Segurança do Trabalho da Paraíba, regional Campina Grande.
Eu me inspirei no poema de Edvaldo para escrever algumas linhas que
falam sobre otimismo e reflexão em relação ao tempo. O texto original de
Edvaldo é simples e emotivo, ressaltando a importância de encontrar propósito e
felicidade. Os versos livres do autor do poema transmitem a sensação de
liberdade e segurança, enfatizando a importância de voltar para casa e estar
com a família após um dia de trabalho.
Na busca por céus ilimitados,
Eu procuro meu próprio norte verdadeiro,
Onde alegria e propósito se entrelaçam,
Em cada momento eu brilho,
Até quando durará esse brilho?
A beleza fugaz do tempo brilhará para sempre?
Ou sucumbirá à escuridão?
Só o horizonte sabe.
Até quando? (Edvaldo)
Olha-se para o alto,
Olha-se para si,
Na busca de um horizonte,
E indaga-se: Até quando?
Até quando, o prazer que vem do trabalho,
Como uma luz própria, que se tem,
Numa alegria aflorada, que se vê,
Das horas que passam,
Da utilidade que se sente,
Da produção que flui,
Das metas que se cumpre,
Da família que aguarda,
Do retorno abençoado,
Será cruelmente manchado?
E de forma irreversível,
Como uma escuridão anunciada,
Numa tristeza que emudece,
Por uma ancoragem que não existia,
Por um ritmo alucinado,
Por desvios que não se explicam,
Por desumanos que se fecham,
Por uma sociedade desacordada.
Assim,
Olha-se para o alto,
Olhar-se para si,
E indaga-se: Até quando?
quinta-feira, 19 de dezembro de 2024
AEST PB, ABEMEC, CREA PB e Associados promovem confraternização.
Por
Laercio Silva
Jornalista
com especialização de Higienista e Engenharia de Segurança do Trabalho.
No evento, hotel Village Premium em Campina Grande, o engenheiro Paulo Rogério, ministrará uma palestra sobre “Como ganhar dinheiro com segurança do trabalho em tempos de tributação de SST”, com objetivo de despertar em você desejo se tornar um especialista na busca informações sobre nova mentoria que pode te ajudar a se tornar um especialista em compliance tributário em Segurança e Saúde do Trabalho, utilizando esse conhecimento como vantagem competitiva para se destacar e aproveitar novas oportunidades no mercado.
Confraternização em João Pessoa PB
Entre
os presentes destacamos: Lenadro Neto, presidente da ANEST Associação Nacional
de Engenharia de Segurança do Trabalho, Renan Azevedo, Presidente do CREA PB
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba, Fábio Fernandes,
presidente da AEST PB Associação de Engenharia de Segurança do Trabalho da
Paraíba, Maurício Timotheo, diretor da Abemec PB Associação Brasileira de
Engenharia Mecânica e Industrial e Laercio Silva presidente da ASTEST PB
Associação dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado da Paraíba.
Engenheiros deram entrevistas no blog Laercio Silva, Edvaldo Nunes, Fábio Fernandes e Andreusmark Lima.
Blog: qual a importância da
confraternização dos engenheiros (as)?
Edvaldo: Confraternização; Significado é quando nos reunimos de forma amigável com outras pessoas que escolhem o mês de dezembro, durante o Natal, muitas pessoas se reúnem para refletir sobre o ano que passou. É um momento de união e de lembrar-se das palavras de Deus, que nos ensinou “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”. Além disso, na segurança do trabalho, também celebramos a prevenção de acidentes e doenças, garantindo que o trabalho seja feito de forma segura.
Blog: O que você espera da AEST PB no
próximo ano?
Edvaldo: A AEST está mostrando que é uma entidade forte, tanto na
prática quanto legalmente. Realizamos uma confraternização em João Pessoa, algo
raro entre as entidades ligadas ao sistema CONFEA CREA. Hoje estamos aqui em
João Pessoa e amanhã estaremos em Campina Grande, o que é muito positivo. Isso
demonstra a importância da engenharia de segurança do trabalho, que é uma
especialização que se conecta e dialoga com outras áreas da engenharia, como
engenheiros mecânicos, civis, ambientais, eletricistas, minas, agronômica,
industrial, florestal e outras. Isso mostra a força da engenharia de segurança
do trabalho.
Blog: Quais são as suas expectativas
para os seus associados em 2025?
Fábio:
Sempre esperamos que os associados participem ativamente dos momentos de
confraternização e dos cursos que organizamos em parceria com o CREA e MÚTUA, cursos
oferecidos durante a ‘campanha Abril Verde’ e nos encontros técnicos mensais em
Campina Grande e João Pessoa, buscando a participação de um grande número de
profissionais para o crescimento contínuo da categoria.
Blog: A diretoria terá uma reunião para
definir as estratégias de inovação para o próximo ano?
Fábio:
Sim, todo começo de ano nos reunimos para planejar as ações que iremos realizar
ao longo do ano. Já temos grande parte do planejamento pronto e vamos revisar
para melhorar e ter um ano mais produtivo. Vamos analisar o que precisa ser
ajustado para termos um ano melhor.
Blog: Qual a sua opinião sobre as ações
da AEST ao longo do ano?
Andreusmark: Nos últimos anos, a associação tem promovido eventos com
palestrantes renomados proferindo conteúdos atuais, reunindo profissionais para
discutir temas relevantes para a rotina de trabalho. A atualização de normas
regulamentadoras e tem contribuído para o crescimento da categoria, valorizando
os profissionais e esclarecendo o verdadeiro papel da entidade ao unir os
profissionais em busca de crescimento individual. Isso faz com que a engenheira
de segurança seja reconhecida pelos conselhos e pela classe empresarial.
Confraternização e retrospectiva da AEST-PB
regional Campina Grande.
Por Johan Barbosa
Engenheiro de
segurança do trabalho
No dia 18 de agosto de 2024 das 19 às 22h00 ocorreu no hotel Village Premium o evento de confraternização e retrospectiva da AEST-PB regional Campina Grande e da live gestão de segurança e saúde do trabalho que também tem apoio da entidade.
A abertura foi realizada pelo engenheiro de segurança do trabalho e membro da diretoria Johan Barbosa, que tratou da história das entidades CREA - ANEST e AEST e da forte atuação dos profissionais de engenharia de segurança do trabalho no país. O engenheiro ainda ressaltou a participação da Paraíba na criação do Abril Verde e em diversos outros eventos pelo Brasil. Logo após a engenheira de segurança do trabalho e membro da AEST-PB da ANEST e FANEST Mariana Gurjão, falou sobre eventos e fez uma retrospectiva sobre as atividades desenvolvidas em 2024.
Após a fala da engenheira foi formada a mesa principal com a participação do presidente do CREA PB Renan Azevedo, do presidente interino da ANEST Leandro Neto e do presidente da AEST PB Fábio Fernandes.
O presidente do CREA Renan Azevedo, reafirmou o apoio da entidade as engenharias e em especial a engenharia de segurança do trabalho. Já o presidente Fábio Fernandes, agradeceu ao apoio de todos e do CREA nas ações de 2024 e prometeu empenho para 2025.
O presidente da ANEST gestão 2025 Leandro Neto, falou da sua atuação frente à engenharia de segurança do trabalho na Paraíba e também reafirmou seu emprenho na gestão da ANEST em 2025 com forte atuação.
O
engenheiro de segurança do trabalho e poeta Edvaldo Nunes, teve um momento
brilhante ao recitar o poema "Até quando" de seu livro de poesias
"Momento de Alma" durante a confraternização.
A AEST aproveita e deseja a todos um feliz natal e um 2025 com muita segurança, saúde e prosperidade.
Ao final foi oferecido um jantar onde todos se confraternizaram.
Na Paraíba, profissionais estão se destacando em todo o país na área de saúde e segurança do trabalho.
Por Laercio Silva
Jornalista com especialização de
Higienista e Engenharia de Segurança do Trabalho.
Na
Paraíba, profissionais têm se destacado em nível nacional ao ocupar posições em
instituições que priorizam a saúde e a segurança dos trabalhadores (as). É essencial
garantir a proteção dos trabalhadores (as) para prevenir acidentes e doenças
relacionadas ao ambiente laboral. As entidades voltadas à segurança do trabalho
reúnem especialistas para debater temas relevantes sobre saúde e segurança no
trabalho, além de desenvolver diretrizes para políticas em âmbito nacional. O
intuito é fomentar a troca técnica e científica com órgãos públicos e privados,
bem como com instituições e associações tanto nacionais quanto internacionais
envolvidas na engenharia de segurança do trabalho, além de defender os
interesses de engenheiros, técnicos e médicos da área em todo o território
brasileiro. A associação atua em colaboração com as autoridades públicas,
sindicatos e setores produtivos da sociedade brasileira, buscando promover a
solidariedade e o interesse coletivo dos profissionais desse campo.
Médico
Especialista em Medicina do Trabalho e em Perícias Médicas Judiciais e Perícia
Criminal Médica Legal. Pós-graduado em Medicina do Trabalho. Consultor em
Medicina do Trabalho. Perito Oficial Médico Legal e Judicial. Membro da Câmara
Técnica de Medicina do Trabalho do CRM/PB. Ex-presidente da Associação
Paraibana de Medicina do Trabalho, vice-presidente da Associação Nacional de
Medicina do Trabalho ANAMT e Presidente da Associação Paraibana de Medicina do
Trabalho APAMT.
Tecnólogo
e técnico em segurança do trabalho, com especialização em engenharia de
segurança do trabalho, técnico em edificações, jornalista, radialista,
presidente da FENATEST Federação Nacional dos Técnicos em Segurança do Trabalho
e SINTEST PB Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho da Paraíba e
criador Abril verde.
Diretora
de Operações da Solution GSMS, Especialista em gestão de riscos, engenheira de
segurança do trabalho e química, auditora das iso 9001, 14001, 45001, 45003 e
fsc, especialista na iso 310001 gestão
de riscos e iso 310050 gestão de riscos
emergentes e especialista em engenharia ambiental, diretora da AEST PB da
associação paraibana de engenheiras, vice do FANEST Fórum Feminino da
Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho, associação paulista
de segurança do trabalho APAEST associação rigrandense de engenharia de
segurança do trabalho ARES, coordenadora
do programa de gestão continuada PGC.
Leandro Neto
Engenheiro mecânico e de engenheiro de segurança do trabalho, pós graduação em gestão da qualidade e produtividade, pós graduação em higiene ocupacional PUC Minas, ceo da c3 engenharia (consultoria em engenharia de segurança do trabalho), presidente da ANEST (associação nacional dos engenheiros de segurança do trabalho), vice-presidente da AIEST (associação ibero americana de engenheira de segurança do trabalho), ex-conselheiros do CREA Paraíba (04 mandatos), membro efetivo da academia brasileira de engenharia de segurança do trabalho ABEST.
Giucelia Figueiredo
Conselheira federal do sistema CONFEA/CREA, engenheira agrônoma formada pelo centro de ciências agrárias da universidade federal da Paraíba, tem especialização em engenharia de irrigação e técnicas de análise organizacional, a primeira mulher presidente do conselho regional de engenharia e agronomia da Paraíba CREA-PB, reeleita por dois mandatos consecutivos (2012/2017), primeira mulher a dirigir, na Paraíba, o ministério do desenvolvimento agrário e o ministério da agricultura, pecuária e abastecimento, além da coordenadoria nacional das superintendências federais de agricultura do ministério da agricultura e foi delegada federal na empresa ministério do desenvolvimento agrário e agricultura familiar.